A obra presente é como o seu nome indica, um Manual Prático para a
Auditoria Interna, com um atributo muito especial: o de estar orientado
para a Auditoria Operacional com uma abordagem proactiva. Os tempos, como em tudo na vida, evoluem e com eles tem evoluído também a
própria Auditoria Interna. Contudo, no que respeita à Auditoria
Operacional, desde que com orientação à proactividade, as mudanças
apenas têm servido para acentuar o seu cariz. Não devemos ignorar que a melhor auditoria para que de forma clara se
possa aquilatar a eficiência e eficácia da gestão, enquanto contribui
também para a prevenção de situações que configurem alguma fragilidade
do controlo interno, é a operacional, pelas suas características muito
peculiares. Estarei até tentado em dizer, que a Auditoria Operacional reveste-se de
aspectos que permitem uma abrangência que outro tipo de auditoria não
tem. Quando exercida com sabedoria e competência, actua transversalmente
a toda a organização, sem descurar o necessário aprofundamento, bem como
a densidade. Uma outra vantagem deste tipo de auditoria é a de permitir o seu
exercício em parceria com acções de Auditoria Externa, potenciando, por
essa via, a eficácia dos resultados apresentados por ambas e,
consequentemente,
trazendo benefícios acrescidos à organização. Por todas estas razões e muitas outras que haveria para dizer, recomendo
este livro não só aos profissionais de auditoria, mas também a todos os
que nos seus diferentes "métiers" têm algo a ver, directa ou
indirectamente,
com a avaliação do controlo interno nas organizações. Conheço o Autor do livro há já bastantes anos e durante mais de um decénio trabalhámos juntos. Também por isso, posso falar da natural aliança entre conhecimentos
teóricos, sempre actualizados, e a "endurance" da sua prática
quotidiana, com desafios profissionais sempre sérios e exigentes. Como se isso não fosse já suficiente, o Autor tem sido, desde a sua
fundação, o editor da revista trimestral AUDITORIA INTERNA, órgão
oficial do IPAI- Instituto Português de Auditoria Interna, desempenho
que tem levado a cabo com muita competência e dedicação. Devo acrescentar que muito embora a maior parte da experiência do Autor
tenha sido passada na área das telecomunicações, não é difícil
extrapolar para quaisquer outros tipos de actividade, todo o acervo de
experiência
que entretanto foi colhendo. Por último, o meu desejo sincero, que este Manual Prático de Auditoria
tenha a aceitação que merece e possa contribuir para o aperfeiçoamento
dos Auditores Internos, dos Gestores, dos profissionais destas áreas em
geral e, consequentemente, para a melhoria da Auditoria Interna do nosso
País.
Sinopse
Os tempos, como em tudo na vida, evoluem e com eles tem evoluído também a própria Auditoria Interna. Contudo, no que respeita à Auditoria Operacional, desde que com orientação à proactividade, as mudanças apenas têm servido para acentuar o seu cariz.
Não devemos ignorar que a melhor auditoria para que de forma clara se possa aquilatar a eficiência e eficácia da gestão, enquanto contribui também para a prevenção de situações que configurem alguma fragilidade do controlo interno, é a operacional, pelas suas características muito peculiares.
Estarei até tentado em dizer, que a Auditoria Operacional reveste-se de aspectos que permitem uma abrangência que outro tipo de auditoria não tem. Quando exercida com sabedoria e competência, actua transversalmente a toda a organização, sem descurar o necessário aprofundamento, bem como a densidade.
Uma outra vantagem deste tipo de auditoria é a de permitir o seu exercício em parceria com acções de Auditoria Externa, potenciando, por essa via, a eficácia dos resultados apresentados por ambas e, consequentemente, trazendo benefícios acrescidos à organização.
Por todas estas razões e muitas outras que haveria para dizer, recomendo este livro não só aos profissionais de auditoria, mas também a todos os que nos seus diferentes "métiers" têm algo a ver, directa ou indirectamente, com a avaliação do controlo interno nas organizações.
Conheço o Autor do livro há já bastantes anos e durante mais de um decénio trabalhámos juntos.
Também por isso, posso falar da natural aliança entre conhecimentos teóricos, sempre actualizados, e a "endurance" da sua prática quotidiana, com desafios profissionais sempre sérios e exigentes.
Como se isso não fosse já suficiente, o Autor tem sido, desde a sua fundação, o editor da revista trimestral AUDITORIA INTERNA, órgão oficial do IPAI- Instituto Português de Auditoria Interna, desempenho que tem levado a cabo com muita competência e dedicação.
Devo acrescentar que muito embora a maior parte da experiência do Autor tenha sido passada na área das telecomunicações, não é difícil extrapolar para quaisquer outros tipos de actividade, todo o acervo de experiência que entretanto foi colhendo.
Por último, o meu desejo sincero, que este Manual Prático de Auditoria tenha a aceitação que merece e possa contribuir para o aperfeiçoamento dos Auditores Internos, dos Gestores, dos profissionais destas áreas em geral e, consequentemente, para a melhoria da Auditoria Interna do nosso País.
Manuel Marques Barreiro
Presidente do IPAI
Ficha Técnica
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