Através de um emaranhado subtil de vozes narrativas - o diário da mãe, os relatórios de um detective privado e as reflexões da protagonista -, esta novela conta a história de uma mulher que, após a morte da mãe, inicia uma lenta metamorfose em direcção à independência pela aprendizagem da solidão. Elena Rincón, uma mulher de 43 anos cuja beleza se encontra em declínio, recebe a notícia da morte da mãe quando se encontra na banheira a depilar as pernas. O facto perturba de tal forma a sua vida até ali tão plácida que a heroína - num toque de humor e génio do autor - caminhará ao longo de praticamente metade da novela com cera numa das pernas. Assim Era a Solidão é, simultaneamente, uma visita ao passado de Elena e um confronto com as relações que manteve ao longo da vida com aqueles que lhe eram próximos: a mãe, o marido, a filha e os dois irmãos. Mas este confronto levá-la-á a descobrir verdades sobre todos eles que não conhecia e, do mesmo modo, a descobrir-se. A solidão será o mais importante factor neste processo de aprendizagem de si própria e nada melhor para o ilustrar do que a circunstância, a um tempo hilariante e terrível, de Helena pedir a um detective que diariamente a siga e lhe relate tudo o que faz o mais subjectivamente que consiga. Este livro, que foi galardoado com o Prémio Nadal, é o relato magistral do trajecto de uma mulher para a libertação.
Sinopse
Prémio Nadal em 1990.
Através de um emaranhado subtil de vozes narrativas - o diário da mãe, os relatórios de um detective privado e as reflexões da protagonista -, esta novela conta a história de uma mulher que, após a morte da mãe, inicia uma lenta metamorfose em direcção à independência pela aprendizagem da solidão. Elena Rincón, uma mulher de 43 anos cuja beleza se encontra em declínio, recebe a notícia da morte da mãe quando se encontra na banheira a depilar as pernas. O facto perturba de tal forma a sua vida até ali tão plácida que a heroína - num toque de humor e génio do autor - caminhará ao longo de praticamente metade da novela com cera numa das pernas. Assim Era a Solidão é, simultaneamente, uma visita ao passado de Elena e um confronto com as relações que manteve ao longo da vida com aqueles que lhe eram próximos: a mãe, o marido, a filha e os dois irmãos. Mas este confronto levá-la-á a descobrir verdades sobre todos eles que não conhecia e, do mesmo modo, a descobrir-se. A solidão será o mais importante factor neste processo de aprendizagem de si própria e nada melhor para o ilustrar do que a circunstância, a um tempo hilariante e terrível, de Helena pedir a um detective que diariamente a siga e lhe relate tudo o que faz o mais subjectivamente que consiga. Este livro, que foi galardoado com o Prémio Nadal, é o relato magistral do trajecto de uma mulher para a libertação.
Ficha Técnica
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