Há 40 anos nascia entre nós um grupo musical que mudaria a maneira de compor, tocar e ouvir música em português. Um grupo que partia do rock anglo-saxónico, sem a ele se limitar, e que integrava no seu som elementos da música medieval, da música tradicional portuguesa, e ainda de outras proveniências, como a música árabe. Um grupo que cantou, com ironia e espanto, temas da nossa História (D. Sebastião, D. Inês, o «Todo o Mundo e Ninguém» de Gil Vicente...) mas que também cantou odes aos Beatles ou canções claramente anti-regime, como as que integraram o seu primeiro álbum, destruído pela censura, onde a guerra colonial, a emigração e a exploração dos trabalhadores eram evocadas com desassombro. Em As Lendas do Quarteto 1111, José Cid, Michel Silveira, Tó Zé Brito e Mike Sergeant contam-nos a sua versão da história, alguns episódios de tempos passados e dão-nos a conhecer, em discurso directo, algumas verdadeiras revelações, aqui compiladas e apresentadas de forma brilhante por António Pires. A música, é sabido, é um produto do meio que a envolve. E muitas vezes nasce como reacção a esse meio. 40 anos depois fica uma obra ímpar e algumas histórias que, nas brumas da memória, os seus músicos quiseram recordar.
Sinopse
Há 40 anos nascia entre nós um grupo musical que mudaria a maneira de compor, tocar e ouvir música em português. Um grupo que partia do rock anglo-saxónico, sem a ele se limitar, e que integrava no seu som elementos da música medieval, da música tradicional portuguesa, e ainda de outras proveniências, como a música árabe. Um grupo que cantou, com ironia e espanto, temas da nossa História (D. Sebastião, D. Inês, o «Todo o Mundo e Ninguém» de Gil Vicente...) mas que também cantou odes aos Beatles ou canções claramente anti-regime, como as que integraram o seu primeiro álbum, destruído pela censura, onde a guerra colonial, a emigração e a exploração dos trabalhadores eram evocadas com desassombro. Em As Lendas do Quarteto 1111, José Cid, Michel Silveira, Tó Zé Brito e Mike Sergeant contam-nos a sua versão da história, alguns episódios de tempos passados e dão-nos a conhecer, em discurso directo, algumas verdadeiras revelações, aqui compiladas e apresentadas de forma brilhante por António Pires. A música, é sabido, é um produto do meio que a envolve. E muitas vezes nasce como reacção a esse meio. 40 anos depois fica uma obra ímpar e algumas histórias que, nas brumas da memória, os seus músicos quiseram recordar.Ficha Técnica
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