Diz-se que aquando da vitória do Cristianismo se ouviu uma voz ao longo da margem do mar Egeu que proclamava: «O grande Pã morreu.» Mas mesmo com a expansão do Cristianismo e o seu progressivo domínio de toda a Europa, o paganismo nunca morreu totalmente. As práticas pagãs que o povo mantém secretamente são mal toleradas e observadas com suspeita pela Igreja. Considerada pela Encyclopaedia Britannica «a obra mais importante alguma vez escrita sobre superstições medievais», As Feiticeiras é uma referência indispensável sobre a vida na Idade Média e uma das investigações sociológicas de maior relevo da modernidade. Jules Michelet foca, ao longo desta obra singular, o crescimento da intolerância religiosa, no contexto da Europa medieval, as desigualdades sociais e a extrema pobreza do povo, reflectindo sobre o papel das superstições e crenças religiosas no desenvolvimento do espírito humano. Noivas de Satanás ou estudantes da natureza? Sábias poderosas ou vítimas da superstição e da inveja? Quem foram e o que foram estas mulheres, temidas e respeitadas, mas ao mesmo tempo desprezadas, que vieram a simbolizar o feminino em si? O seu estilo, a sua força e o seu poder emocional fazem de As Feiticeiras uma obra-prima da literatura universal.
Sinopse
Diz-se que aquando da vitória do Cristianismo se ouviu uma voz ao longo da margem do mar Egeu que proclamava: «O grande Pã morreu.» Mas mesmo com a expansão do Cristianismo e o seu progressivo domínio de toda a Europa, o paganismo nunca morreu totalmente. As práticas pagãs que o povo mantém secretamente são mal toleradas e observadas com suspeita pela Igreja. Considerada pela Encyclopaedia Britannica «a obra mais importante alguma vez escrita sobre superstições medievais», As Feiticeiras é uma referência indispensável sobre a vida na Idade Média e uma das investigações sociológicas de maior relevo da modernidade. Jules Michelet foca, ao longo desta obra singular, o crescimento da intolerância religiosa, no contexto da Europa medieval, as desigualdades sociais e a extrema pobreza do povo, reflectindo sobre o papel das superstições e crenças religiosas no desenvolvimento do espírito humano. Noivas de Satanás ou estudantes da natureza? Sábias poderosas ou vítimas da superstição e da inveja? Quem foram e o que foram estas mulheres, temidas e respeitadas, mas ao mesmo tempo desprezadas, que vieram a simbolizar o feminino em si? O seu estilo, a sua força e o seu poder emocional fazem de As Feiticeiras uma obra-prima da literatura universal.
Ficha Técnica
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