«[...] Carlos Vaz Marques seleccionou, traduziu e anotou as dez [entrevistas] que compõem esta edição: E. M. Forster, Graham Greene, William Faulkner, Truman Capote, Ernest Hemingway, Lawrence Durrell, Boris Pasternak, Saul Bellow, Jorge Luis Borges e Jack Kerouac. [...]Logo a abrir, Carlos Vaz Marques anota: “As entrevistas da Paris Review são o mais extraordinário arquivo do fascínio que uma entrevista literária pode alcançar. Mais do que isso: são a invenção desse fascínio.” Exactamente. Como poucas, estas conversas fazem a síntese da inteligência com o glamour. A edição portuguesa cobre os quinze anos que vão de 1953 (Forster e Greene) a 1968 (Kerouac). [...] Estas “Entrevistas da Paris Review” pertencem à categoria de livros que lemos uma e outra vez, descobrindo sempre coisas novas a cada leitura.» Eduardo Pitta, Público
Sinopse
«[...] Carlos Vaz Marques seleccionou, traduziu e anotou as dez [entrevistas] que compõem esta edição: E. M. Forster, Graham Greene, William Faulkner, Truman Capote, Ernest Hemingway, Lawrence Durrell, Boris Pasternak, Saul Bellow, Jorge Luis Borges e Jack Kerouac. [...]Logo a abrir, Carlos Vaz Marques anota: “As entrevistas da Paris Review são o mais extraordinário arquivo do fascínio que uma entrevista literária pode alcançar. Mais do que isso: são a invenção desse fascínio.” Exactamente. Como poucas, estas conversas fazem a síntese da inteligência com o glamour. A edição portuguesa cobre os quinze anos que vão de 1953 (Forster e Greene) a 1968 (Kerouac). [...] Estas “Entrevistas da Paris Review” pertencem à categoria de livros que lemos uma e outra vez, descobrindo sempre coisas novas a cada leitura.» Eduardo Pitta, PúblicoFicha Técnica
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