Desde que nos consciencializamos da nossa individualidade, que a eterna pergunta... quem sou, de onde venho, para onde vou, provoca a nossa reflexão e hoje, a ela, acrescentamos mais uma questão instigante: como devemos agir para que esta busca da essência de ser, permita-nos um existir mais pleno e mais feliz?Todos os leitores de As Deusas em Cada Mulher, A Deusa Interior (todas as mulheres e o homem excepcional que leia um livro com este título) são «criativos culturais» que consideram válidas as formas de conhecimento das mulheres.Escrevi As Deusas em Cada Mulher, em 1984, para que as mulheres possam reconhecer e nomear o que se agita no seu íntimo. As fontes desses sentimentos são os arquétipos de deusas que estão dentro de nós, os padrões e energias existentes na nossa psique. Conhecendo quem são as deusas, as mulheres podem tornar-se mais conscientes das potencialidades existentes no seu íntimo, que, uma vez afloradas, são mananciais de espiritualidade, sabedoria, compaixão e acção. Quando são activados, os arquétipos proporcionam-nos energias e um sentimento de significado e de autenticidade.Agora completo as três fases da deusa tripla – virgem-mãe-velha, pois quando as mulheres transitam para a terceira fase da vida penetram num território inexplorado. Sobretudo num patriarcado voltado para a juventude, ir envelhecendo é como tornar-se invisível, passar a ser uma pessoa insignificante e sem interesse. Contudo, na perspectiva arquetípica que apresento, este é um momento de completude e de integração pessoais, quando aquilo que fazemos exprime quem somos no nosso íntimo.
Sinopse
Desde que nos consciencializamos da nossa individualidade, que a eterna pergunta... quem sou, de onde venho, para onde vou, provoca a nossa reflexão e hoje, a ela, acrescentamos mais uma questão instigante: como devemos agir para que esta busca da essência de ser, permita-nos um existir mais pleno e mais feliz?Todos os leitores de As Deusas em Cada Mulher, A Deusa Interior (todas as mulheres e o homem excepcional que leia um livro com este título) são «criativos culturais» que consideram válidas as formas de conhecimento das mulheres.Escrevi As Deusas em Cada Mulher, em 1984, para que as mulheres possam reconhecer e nomear o que se agita no seu íntimo. As fontes desses sentimentos são os arquétipos de deusas que estão dentro de nós, os padrões e energias existentes na nossa psique. Conhecendo quem são as deusas, as mulheres podem tornar-se mais conscientes das potencialidades existentes no seu íntimo, que, uma vez afloradas, são mananciais de espiritualidade, sabedoria, compaixão e acção. Quando são activados, os arquétipos proporcionam-nos energias e um sentimento de significado e de autenticidade.Agora completo as três fases da deusa tripla – virgem-mãe-velha, pois quando as mulheres transitam para a terceira fase da vida penetram num território inexplorado. Sobretudo num patriarcado voltado para a juventude, ir envelhecendo é como tornar-se invisível, passar a ser uma pessoa insignificante e sem interesse. Contudo, na perspectiva arquetípica que apresento, este é um momento de completude e de integração pessoais, quando aquilo que fazemos exprime quem somos no nosso íntimo.Ficha Técnica
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