“O verdadeiro alpinista considera sempre o cume que acabou de escalar como uma escada que deve conduzi-lo a um cume mais elevado. É preciso que o sábio tenha o pé montanhês, e sobretudo que tenha o coração montanhês. Aqui está qual é o espírito que deve animá-lo. Esse espírito é aquele que soprava antes na Grécia e que aí fazia nascer poetas e pensadores. Resta no nosso ensino clássico um não sei o quê da velha alma grega, um não sei o quê que nos faz sempre olhar para cima. E isso é mais precioso para fazer um sábio que a leitura de muitos volumes de geometria”. Este excerto do texto mostra bem a modernidade do pensamento de Poincaré e ao mesmo tempo revela uma das suas motivações principais, que ele certamente desejaria que todos os sábios partilhassem: o amor pelo conhecimento total e sem barreiras
Sinopse
“O verdadeiro alpinista considera sempre o cume que acabou de escalar como uma escada que deve conduzi-lo a um cume mais elevado. É preciso que o sábio tenha o pé montanhês, e sobretudo que tenha o coração montanhês. Aqui está qual é o espírito que deve animá-lo. Esse espírito é aquele que soprava antes na Grécia e que aí fazia nascer poetas e pensadores. Resta no nosso ensino clássico um não sei o quê da velha alma grega, um não sei o quê que nos faz sempre olhar para cima. E isso é mais precioso para fazer um sábio que a leitura de muitos volumes de geometria”. Este excerto do texto mostra bem a modernidade do pensamento de Poincaré e ao mesmo tempo revela uma das suas motivações principais, que ele certamente desejaria que todos os sábios partilhassem: o amor pelo conhecimento total e sem barreiras
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