E vinte anos depois do início chega esta revista de
«Arqueologia Medieval» à dúzia de números publicados.
Mantemos, com firmeza, os mesmos princípios de há duas
décadas: recusa de ortodoxias, rejeição de arbitragens científicas,
abertura aos artigos de jovens colegas, ausência de
normas de publicação, a escolha dos caminhos da liberdade
de ação como opção primeira.
Neste número, com mais contributos do que é habitual, tem
peso muito significativo o projeto CIGA (Grupo de Trabalho ?
Cerâmica Islâmica do Gharb al-Andalus). O CIGA desenvolve,
desde há anos, um programa de criação de uma base
de dados, labor que se associa à discussão e fixação de
termi-nologias e à afinação de cronologias.
Do ponto de vista formal, muitos dirão que saímos do âmbito
estrito da Arqueologia. Ainda bem que assim é. Trata-se de
uma intenção e não de uma distração.
Santiago Macias e Susana Gómez Martinez
Sinopse
E vinte anos depois do início chega esta revista de «Arqueologia Medieval» à dúzia de números publicados. Mantemos, com firmeza, os mesmos princípios de há duas décadas: recusa de ortodoxias, rejeição de arbitragens científicas, abertura aos artigos de jovens colegas, ausência de normas de publicação, a escolha dos caminhos da liberdade de ação como opção primeira. Neste número, com mais contributos do que é habitual, tem peso muito significativo o projeto CIGA (Grupo de Trabalho ? Cerâmica Islâmica do Gharb al-Andalus). O CIGA desenvolve, desde há anos, um programa de criação de uma base de dados, labor que se associa à discussão e fixação de termi-nologias e à afinação de cronologias. Do ponto de vista formal, muitos dirão que saímos do âmbito estrito da Arqueologia. Ainda bem que assim é. Trata-se de uma intenção e não de uma distração. Santiago Macias e Susana Gómez MartinezFicha Técnica
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