Entre 1929 e 1943 Armindo Monteiro ocupou os mais altos cargos na hierarquia política do estado Novo: subsecretário de Estado das Finanças, ministro das Colónias e dos Negócios estrangeiros, embaixador de Portugal em Londres. Tudo isto num contexto em que as finanças públicas, a questão colonial e a política externa assumiram uma importância decisiva no processo de institucionalização e consolidação do regime Salazarista. Defensor de uma colaboração mais estreita com a Grâ-Bretanha durante a II Guerra Mundial, critica com insistência a política de neutralidade de Lisboa e, no auge das negociações para a concessão de facilidades militares nos Açores à Velha Aliada, consumará a ruptura com Salazar.
Sinopse
Entre 1929 e 1943 Armindo Monteiro ocupou os mais altos cargos na hierarquia política do estado Novo: subsecretário de Estado das Finanças, ministro das Colónias e dos Negócios estrangeiros, embaixador de Portugal em Londres. Tudo isto num contexto em que as finanças públicas, a questão colonial e a política externa assumiram uma importância decisiva no processo de institucionalização e consolidação do regime Salazarista. Defensor de uma colaboração mais estreita com a Grâ-Bretanha durante a II Guerra Mundial, critica com insistência a política de neutralidade de Lisboa e, no auge das negociações para a concessão de facilidades militares nos Açores à Velha Aliada, consumará a ruptura com Salazar.
Ficha Técnica
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