Esta é a história de Edgar P. Benchley. Os seus amigos e colegas chamam-lhe um «tonto», mas outros que gostam menos dele chamam-lhe coisas mais fortes... Se ouvir Edgar a falar sozinho, não se preocupe. Ele tem um amigo invisível: Ari, um coelho gigante que adora Aristóteles e Peter Drucker, detesta pessoas pouco escrupulosas, é um entendido em teorias de desenvolvimento moral e não resiste a chocolate belga (até as consciências têm as suas fraquezas...). Graças a Ari, Edgar via-se forçado, enquanto crescia, a estudar em vez de copiar e a dizer sempre a verdade. Mas ser bonzinho nem sempre era uma escolha: é que Ari é um coelho mesmo muito grande, e uma patada sua era um excelente argumento moral. Em adulto, a vida profissional de Edgar não é muito mais fácil. Os seus amigos arranjam-lhe excelentes oportunidades de trabalho – como executivo numa empresa que vende produtos cancerígenos ou como contabilista em empresas que fazem uma contabilidade «criativa». Mas Edgar acaba sempre por ser despedido, pois o seu amigo Ari obriga-o não só a dizer a verdade, mas também a opor-se às práticas pouco éticas que testemunha. Mas será que o caminho ético que Edgar (empurrado por Ari) vai traçando não acabará por conduzir, em última análise, a uma prosperidade mais duradoura? E se fazer o bem resultasse, afinal, em novas oportunidades de sucesso?
Sinopse
Esta é a história de Edgar P. Benchley. Os seus amigos e colegas chamam-lhe um «tonto», mas outros que gostam menos dele chamam-lhe coisas mais fortes... Se ouvir Edgar a falar sozinho, não se preocupe. Ele tem um amigo invisível: Ari, um coelho gigante que adora Aristóteles e Peter Drucker, detesta pessoas pouco escrupulosas, é um entendido em teorias de desenvolvimento moral e não resiste a chocolate belga (até as consciências têm as suas fraquezas...). Graças a Ari, Edgar via-se forçado, enquanto crescia, a estudar em vez de copiar e a dizer sempre a verdade. Mas ser bonzinho nem sempre era uma escolha: é que Ari é um coelho mesmo muito grande, e uma patada sua era um excelente argumento moral. Em adulto, a vida profissional de Edgar não é muito mais fácil. Os seus amigos arranjam-lhe excelentes oportunidades de trabalho – como executivo numa empresa que vende produtos cancerígenos ou como contabilista em empresas que fazem uma contabilidade «criativa». Mas Edgar acaba sempre por ser despedido, pois o seu amigo Ari obriga-o não só a dizer a verdade, mas também a opor-se às práticas pouco éticas que testemunha. Mas será que o caminho ético que Edgar (empurrado por Ari) vai traçando não acabará por conduzir, em última análise, a uma prosperidade mais duradoura? E se fazer o bem resultasse, afinal, em novas oportunidades de sucesso?
Ficha Técnica
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