Primeiro: a prosternação diante do altar. A hesitação diante da
proliferação dos ritos: sacrifício, louvor, cântico, narrativa. Figuras e
vozes, acólitos. Insurgências. Japoneiras e túneis do sentido.
Discrepância a todas as vozes acumulando num sentido. Não único, mas
unívoco. Desde a infância.
Segundo (como se diz de um andamento ou de um painel): o tríptico dentro
do tríptico das DUAS IRMÃS: a narrativa oblatória e clara da paixão
sáfica. Ardente e casta. Sem falso pudor. Vergonha é não te amar. A oferenda lírica.
Terceiro: não é coisa de rasgar como romance este romance.
Assente na pedra do lar um prisma multifacetado e translúcido: o amor
único, a palavra. A brisa do arado sobre a ara.
Sinopse
Segundo (como se diz de um andamento ou de um painel): o tríptico dentro do tríptico das DUAS IRMÃS: a narrativa oblatória e clara da paixão sáfica. Ardente e casta. Sem falso pudor. Vergonha é não te amar. A oferenda lírica.
Terceiro: não é coisa de rasgar como romance este romance. Assente na pedra do lar um prisma multifacetado e translúcido: o amor único, a palavra. A brisa do arado sobre a ara.
Maria Velho da Costa
Ficha Técnica
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