As descobertas científicas mais recentes têm vindo a criar uma mudança que vem abalar a nossa compreensão da morte - desafiando as nossas perceções da morte como absolutamente implacável e final - , tendo tornado, por isso, ultrapassadas e antiquadas muitas das nossas visões mais arreigadas em relação a ela. A medicina está a tornar inteiramente plausíveis resultados anteriormente impensáveis. Poderemos em breve vir a tirar pessoas das garras da morte, ao fim de algumas horas ou muito mais tempo após terem morrido. Porém, ao encontrar novas maneiras de salvar vidas, estamos também inadvertidamente a descobrir novas formas de investigar e responder a questões fundamentais sobre o que acontece à consciência humana, ao que podemos chamar a mente, o "ego" ou, inclusivamente, a "alma" no pós-morte - questões que, até recentemente, eram tidas por assuntos mais adequados à teologia, à filosofia ou mesmo à ficção científica.» Ao contrário do que vulgarmente se acredita, a morte não é um momento único; não é algo que ocorra irreversivelmente quando o coração deixa de bater ou a respiração ou a função cerebral cessam. A morte é um processo longo e complexo - um processo que pode ser interrompido ou revertido. Em Apagar a Morte, o Dr. Sam Parnia apresenta os resultados da mais recente investigação no campo dos cuidados intensivos e da ressuscitação. Estas descobertas têm permitido aos médicos reverter o processo de morte em muitos pacientes, mas também têm levantado questões pertinentes sobre a natureza da consciência. O debate destas questões permitirá, finalmente, começar a esclarecer a questão que acompanha a humanidade há milénios: o que nos acontece quando morremos e após a morte?
Sinopse
Ficha Técnica
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