Ao Lado do Doente
O sentido da doença e o acompanhamento dos doentes
De: Enzo Bianchi, Luciano Manicardi
Comentários
Para comentar precisa de estar registado
Se encontrou conteúdo errado ou ofensivo nesta página envie-nos um e-mail.
Para comentar precisa de estar registado
Sinopse
«Sabemos pronunciar belas frases sobre a doença. Eu mesmo disse-as com entusiasmo. Dizei aos padres que não digam nada: ignoramos o que é. Por isso, chorei» (S. Spinsanti) Há uma maneira absolutamente peculiar com que cada um reage à mesma doença, maneira que faz parte da biografia e da experiência pessoal do doente, do seu mundo de referências culturais e religiosas. Se, de um lado, é verdade que a doença pode conduzir à despersonalização do doente, do outro, também o doente pode personalizar a doença. Isto significa que cada um, na sua doença e na medida do que lhe é possível e graças à ajuda de quem eventualmente o assiste e acompanha, é chamado à responsabilidade de «dotar de sentido» o seu sofrimento.
Ainda que o cristão não conheça nenhuma forma de ultrapassar a dor, ele pode fazer o percurso da doença, com Deus a seu lado. A escuridão que parece invadir-nos, no leito de dor, não é ausência de Deus, mas é a sua presença ocultada pela doença, pronta a revelar-se, como conforto, auxílio e consolo.
Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)