Peter e Rebecca Harris, na casa dos quarenta e a viver em Manhattan, aproximam-se do apogeu das suas carreiras em arte: ele, negociante; ela, editora numa boa revista da especialidade. Com um moderno e espaçoso apartamento, uma filha adulta a estudar na universidade em Boston e amigos inteligentes e animados, levam um invejável estilo de vida urbano contemporâneo e parecem ter todas as razões para serem felizes. Mas é então que o irmão de Rebecca surge em cena. Extremamente parecido com ela, mas muito mais novo, Ethan (conhecido na família como Mizzy, «O Erro») resolve visitá-los. Na sua presença, Peter começa a pôr em causa os artistas, o trabalho destes, a sua carreira – todo o mundo que construíra com tanto cuidado. Tal como o aclamado romance As Horas, vencedor do Prémio Pulitzer, esta nova obra de Cunningham constitui uma visão dolorosa do modo como vivemos hoje em dia. Plena de peripécias inesperadas, faz-nos pensar (e sentir) com profundidade nas utilizações e no significado da beleza e no papel do amor nas nossas vidas. «No seu romance mais concentrado – um enaltecimento agridoce da criatividade humana – Cunningham, mestre da escrita vencedor de um Prémio Pulitzer, combina erotismo e estética para orquestrar uma admirável crise da alma. Inspirando-se em Henry James e Thomas Mann, assim como nos artistas Agnes Martin e Damien Hirst, produz uma história belíssima, espirituosa, filosófica e urbana sobre os mistérios da beleza e do desejo, da arte e da ilusão, do tempo e do amor.»
por: Karen Valby, Entertainment Weekly em: 00 0000
«Há [em Ao Anoitecer] frases tão intensamente precisas e belas que quase pairam sobre a página.»
por: Ron Charles, The Washington Post em: 00 0000
«Para beleza pura, elegante e eficiente, Cunningham é inigualável. Desenvolveu aqui uma voz narrativa cativante que combina o seu próprio comentário cáustico com o desespero falsamente heróico de Peter. Metade Henry James, metade James Joyce, mas totalmente Cunningham, [Ao Anoitecer] é uma exibição irresistível, cerebral, marcada por momentos pungentes de dúvida pessoal imediatamente atalhados por apartes teatrais e episódios humorísticos.»
por: Jeanette Winterson, The New York Times Book Review em: 00 0000
«[Cunningham] faz-nos virar as páginas com avidez. […] Não somos maçados com pormenores; queremos saber o que acontece a seguir.»
por: Matthew Gilbert, Boston Globe em: 00 0000
«Muitas descrições físicas de Cunningham aproximam-se da prosa poética e levam-nos a ler nas entrelinhas […]. Enquanto testamento da riqueza da imaginação literária, Ao Anoitecer é um êxito. […] Uma meditação sobre a beleza, possui a sua própria beleza indelével.»
Sinopse
Peter e Rebecca Harris, na casa dos quarenta e a viver em Manhattan, aproximam-se do apogeu das suas carreiras em arte: ele, negociante; ela, editora numa boa revista da especialidade. Com um moderno e espaçoso apartamento, uma filha adulta a estudar na universidade em Boston e amigos inteligentes e animados, levam um invejável estilo de vida urbano contemporâneo e parecem ter todas as razões para serem felizes. Mas é então que o irmão de Rebecca surge em cena. Extremamente parecido com ela, mas muito mais novo, Ethan (conhecido na família como Mizzy, «O Erro») resolve visitá-los. Na sua presença, Peter começa a pôr em causa os artistas, o trabalho destes, a sua carreira – todo o mundo que construíra com tanto cuidado. Tal como o aclamado romance As Horas, vencedor do Prémio Pulitzer, esta nova obra de Cunningham constitui uma visão dolorosa do modo como vivemos hoje em dia. Plena de peripécias inesperadas, faz-nos pensar (e sentir) com profundidade nas utilizações e no significado da beleza e no papel do amor nas nossas vidas. «No seu romance mais concentrado – um enaltecimento agridoce da criatividade humana – Cunningham, mestre da escrita vencedor de um Prémio Pulitzer, combina erotismo e estética para orquestrar uma admirável crise da alma. Inspirando-se em Henry James e Thomas Mann, assim como nos artistas Agnes Martin e Damien Hirst, produz uma história belíssima, espirituosa, filosófica e urbana sobre os mistérios da beleza e do desejo, da arte e da ilusão, do tempo e do amor.»Ficha Técnica
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(0 comentários dos leitores)Críticas Literárias
por: Karen Valby, Entertainment Weekly em: 00 0000
por: Ron Charles, The Washington Post em: 00 0000
por: Jeanette Winterson, The New York Times Book Review em: 00 0000
por: Matthew Gilbert, Boston Globe em: 00 0000