Manuel Maria Barbosa du Bocage (1765-1805) é um dos maiores e mais genuínos poetas portugueses. Símbolo da irreverência, da frontalidade, da luta contra o despotismo e a hipocrisia, deixou uma vasta obra constituída por inúmeras odes, canções, epístolas, elegias, mas cuja frescura sobrevive hoje, acima de tudo, nos seus sonetos. Capaz de um notável virtuosismo na construção dos seus poemas, a sua obra reflecte as contradições de uma época de transição entre a pureza arcádica da forma e as tendências pré-românticas, fruto de uma sensibilidade e de uma estética nascente. Esta breve antologia, organizada por Fernando Pinto do Amaral, permitirá ao leitor um ângulo de visão da poesia de Bocage, na sua dimensão erótica e amorosa.
Sinopse
Manuel Maria Barbosa du Bocage (1765-1805) é um dos maiores e mais genuínos poetas portugueses. Símbolo da irreverência, da frontalidade, da luta contra o despotismo e a hipocrisia, deixou uma vasta obra constituída por inúmeras odes, canções, epístolas, elegias, mas cuja frescura sobrevive hoje, acima de tudo, nos seus sonetos. Capaz de um notável virtuosismo na construção dos seus poemas, a sua obra reflecte as contradições de uma época de transição entre a pureza arcádica da forma e as tendências pré-românticas, fruto de uma sensibilidade e de uma estética nascente.
Esta breve antologia, organizada por Fernando Pinto do Amaral, permitirá ao leitor um ângulo de visão da poesia de Bocage, na sua dimensão erótica e amorosa.
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