David Servan-Schreiber tinha 31 anos e era uma estrela em
ascensão no campo da neuropediatria quando soube do
diagnóstico: tinha um tumor maligno no cérebro, restavam-lhe
meses de vida. O médico decidiu lutar contra o destino, estudar
tudo o que havia para estudar, experimentar tudo o que pudesse
experimentar.
Durante quase 20 anos sobreviveu a dois cancros, dos piores que se
pode imaginar. Aos 50 anos, ao enfrentar um terceiro e inoperável
tumor, percebeu que tinha chegado ao fim. Reuniu-se com a
família, com os amigos. E começou a dizer-lhes adeus.
Foi o primeiro adeus. Agora, o autor de Anticancro diz adeus, mas
em livro, aos milhões de leitores que em todo o mundo
aprenderam com ele, que seguindo os seus conselhos enfrentaram
a doença – e que em tantos casos a venceram.
Numa obra testamento, de um homem e de um médico que
dialoga corajosamente com a morte, David não pede ajuda, não se
queixa. Antes pelo contrário, consola-nos, reconforta-nos, iluminanos
com o seu infinito optimismo, a sua infinita crença no poder e
resistência do ser humano.
Sinopse
David Servan-Schreiber tinha 31 anos e era uma estrela em ascensão no campo da neuropediatria quando soube do diagnóstico: tinha um tumor maligno no cérebro, restavam-lhe meses de vida. O médico decidiu lutar contra o destino, estudar tudo o que havia para estudar, experimentar tudo o que pudesse experimentar. Durante quase 20 anos sobreviveu a dois cancros, dos piores que se pode imaginar. Aos 50 anos, ao enfrentar um terceiro e inoperável tumor, percebeu que tinha chegado ao fim. Reuniu-se com a família, com os amigos. E começou a dizer-lhes adeus. Foi o primeiro adeus. Agora, o autor de Anticancro diz adeus, mas em livro, aos milhões de leitores que em todo o mundo aprenderam com ele, que seguindo os seus conselhos enfrentaram a doença – e que em tantos casos a venceram. Numa obra testamento, de um homem e de um médico que dialoga corajosamente com a morte, David não pede ajuda, não se queixa. Antes pelo contrário, consola-nos, reconforta-nos, iluminanos com o seu infinito optimismo, a sua infinita crença no poder e resistência do ser humano.Ficha Técnica
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(0 comentários dos leitores)Críticas Literárias
por: Le Point em: 00 0000
por: Le Nouvel Observateur em: 00 0000