¿Uma ousadia que só caracteriza uma personalidade como Orlando Castro.Um jornalista que não tem nem medo das palavras que redige, nem de assumir, em plenitude do acto, aquilo que quer transmitir ainda que, nem sempre ¿ e, diria, felizmente ¿, sejam bem aceites ou digeridas, nomeadamente, por aqueles a quem o verbo soa sempre incómodo e indigesto.Um artigo não polémico, pode parecer um não artigo ou um artigo incompleto, uma amálgama de palavras que juntas formam um corpo por vezes nem sempre conexo e, não menos raras vezes, absurdamente inconsistente que, na maioria dos casos, acaba inerte no esquecimento de quem o lê.Ora, isto é coisa que dificilmente isso acontece com os temas escritos por Orlando Castro.E tal como os seus artigos esta colectânea tem todos os ingredientes para não passar despercebida. Uma obra onde se analisa alguns casos de Portugal, Angola ¿ a sua mui amada Angola para raiva de uns quantos ¿, a Lusofonia e toda a vertente que a envolve, como a CPLP, a africanidade e alguns sectores não-africanos, e o Jornalismo, aquele jornalismo que Orlando Castro continua, teimosa e combatentemente, a querer que não seja uma prima do mestre-de-obras mas uma Obra-prima, daquele Jornalismo onde se fale da árvore, mas nunca se esqueça da floresta, de um Jornalismo que não acoite o obscurantismo, a servilidade e a bajulação.Ou seja, de um Jornalismo vivo, prenhe e vibrante, mas justo e frontal. Um jornalismo ao serviço da Verdade, da Democracia e da Liberdade.¿In prefácio
Sinopse
¿Uma ousadia que só caracteriza uma personalidade como Orlando Castro.Um jornalista que não tem nem medo das palavras que redige, nem de assumir, em plenitude do acto, aquilo que quer transmitir ainda que, nem sempre ¿ e, diria, felizmente ¿, sejam bem aceites ou digeridas, nomeadamente, por aqueles a quem o verbo soa sempre incómodo e indigesto.Um artigo não polémico, pode parecer um não artigo ou um artigo incompleto, uma amálgama de palavras que juntas formam um corpo por vezes nem sempre conexo e, não menos raras vezes, absurdamente inconsistente que, na maioria dos casos, acaba inerte no esquecimento de quem o lê.Ora, isto é coisa que dificilmente isso acontece com os temas escritos por Orlando Castro.E tal como os seus artigos esta colectânea tem todos os ingredientes para não passar despercebida. Uma obra onde se analisa alguns casos de Portugal, Angola ¿ a sua mui amada Angola para raiva de uns quantos ¿, a Lusofonia e toda a vertente que a envolve, como a CPLP, a africanidade e alguns sectores não-africanos, e o Jornalismo, aquele jornalismo que Orlando Castro continua, teimosa e combatentemente, a querer que não seja uma prima do mestre-de-obras mas uma Obra-prima, daquele Jornalismo onde se fale da árvore, mas nunca se esqueça da floresta, de um Jornalismo que não acoite o obscurantismo, a servilidade e a bajulação.Ou seja, de um Jornalismo vivo, prenhe e vibrante, mas justo e frontal. Um jornalismo ao serviço da Verdade, da Democracia e da Liberdade.¿In prefácioFicha Técnica
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