Berta Marinho regressa com o seu "Almanaque da Terra" para 2005. Uma obra indispensável para muitos e cuja fama vai sendo acrescentada de ano para ano. O "Almanaque da Terra" aparece como uma tentativa para relembrar o equilíbrio e a antiga aliança cada vez mais distantes entre o Homem e a Terra-Mãe. Para falar e lembrar aquele tempo em que a vida do homem, dos animais e das plantas era governada, não pela manipulação genética em laboratórios ou estufas, mas muito natural e simplesmente pelos ritmos cósmicos do Sol e da Lua, pelo ritmo das estações, onde cada coisa tinha um lugar e um tempo e havia um lugar e um tempo para cada coisa.O "Almanaque da Terra" fala daquelas coisas simples e básicas, de todos os dias e de todos nós, das plantas que curam, das estrelas e dos planetas, das feiras e das festas, das tradições que dão sentido e continuidade à nossa identidade, das lendas e histórias das nossas terras, das receitas, das "curiosidades" de almanaque, mas também das grandes coisas do Céu e da Terra, e das coisas do tempo, do nosso tempo. Obriga-nos a viver o momento presente e a ligarmo-nos a tudo o que é vivo e está em constante mutação. Começamos a perceber que fazemos parte de um Todo e que vale a pena tentarmos integrar-nos nele harmoniosamente, aceitando as leis da Natureza e as particularidades de cada ser.
Sinopse
Berta Marinho regressa com o seu "Almanaque da Terra" para 2005. Uma obra indispensável para muitos e cuja fama vai sendo acrescentada de ano para ano. O "Almanaque da Terra" aparece como uma tentativa para relembrar o equilíbrio e a antiga aliança cada vez mais distantes entre o Homem e a Terra-Mãe. Para falar e lembrar aquele tempo em que a vida do homem, dos animais e das plantas era governada, não pela manipulação genética em laboratórios ou estufas, mas muito natural e simplesmente pelos ritmos cósmicos do Sol e da Lua, pelo ritmo das estações, onde cada coisa tinha um lugar e um tempo e havia um lugar e um tempo para cada coisa.O "Almanaque da Terra" fala daquelas coisas simples e básicas, de todos os dias e de todos nós, das plantas que curam, das estrelas e dos planetas, das feiras e das festas, das tradições que dão sentido e continuidade à nossa identidade, das lendas e histórias das nossas terras, das receitas, das "curiosidades" de almanaque, mas também das grandes coisas do Céu e da Terra, e das coisas do tempo, do nosso tempo. Obriga-nos a viver o momento presente e a ligarmo-nos a tudo o que é vivo e está em constante mutação. Começamos a perceber que fazemos parte de um Todo e que vale a pena tentarmos integrar-nos nele harmoniosamente, aceitando as leis da Natureza e as particularidades de cada ser.Ficha Técnica
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