O livro “Alma de Poeta” reporta pensamentos especiais vividos e pensados pela autora na sua vivência quotidiana. São pensamentos especiais que nos fazem pensar e reflectir fundamentalmente sobre a existência humana, os momentos e as acções. A ideia que trespassa é de que a vida quotidiana reserva-nos surpresas variadas e cabe-nos a nós, seres humanos, saber analisar ponderadamente todas as dúvidas que nos inquietam. São dúvidas saudáveis, pois permitem-nos reflectir e executá-las com a racionalidade que as mesmas nos exigem. Para a autora Viver é Existir e se existimos devemos marcar a nossa existência, de modo a que sejamos recordados por todos aqueles que nos lembram. É o que se chama de existência autêntica, parafraseando o filósofo Martin Heidegger, é viver com a máxima certeza de que vale a pena lutar pelos nossos sonhos e objectivos. Escrever nem que seja pelo prazer de escrever, é sem dúvida uma dádiva. Escrever sem saber o que os leitores esperam do autor, se as palavras escritas possibilitam a paixão de quem lê, sem saber se as palavras lidas e relidas possibilitam ao receptor da mensagem interagir com o emissor. Em suma, se a nossa vida se resume a atitudes, a acções e a vivências, então devemos ter em conta que somos os únicos autores da nossa história de vida. Só nós a vivemos. E também só nós a pudemos construir. “A vida que escrevemos por entre as estradas que passamos, a vida que construímos, a vida que vemos por entre passamos. Cada história que revemos tem a nossa marca. Cada passagem possui a nossa chama. Cada segundo da nossa chama não deve ser desperdiçado e, se escrevemos as linhas da nossa história também nós devemos ser capazes de aprender a sorrir perante os desafios da vida. Só nós pudemos avançar perante as batalhas. Somos humanos e criamos expectativas perante as derrotas, choramos face à dor e à tristeza. Mas somos apenas nós que lutamos pela nossa felicidade. Ao ajudarmos quem nos rodeia, estamos sem margem de dúvidas a eternizar a nossa estadia, estamos a escrever a nossa história com o que acreditamos, estamos a ser parte viva da nossa história. Estamos a escrever e a aprender a escrever”. Rita Sofia Soares
Sinopse
O livro “Alma de Poeta” reporta pensamentos especiais vividos e pensados pela autora na sua vivência quotidiana. São pensamentos especiais que nos fazem pensar e reflectir fundamentalmente sobre a existência humana, os momentos e as acções. A ideia que trespassa é de que a vida quotidiana reserva-nos surpresas variadas e cabe-nos a nós, seres humanos, saber analisar ponderadamente todas as dúvidas que nos inquietam. São dúvidas saudáveis, pois permitem-nos reflectir e executá-las com a racionalidade que as mesmas nos exigem. Para a autora Viver é Existir e se existimos devemos marcar a nossa existência, de modo a que sejamos recordados por todos aqueles que nos lembram. É o que se chama de existência autêntica, parafraseando o filósofo Martin Heidegger, é viver com a máxima certeza de que vale a pena lutar pelos nossos sonhos e objectivos. Escrever nem que seja pelo prazer de escrever, é sem dúvida uma dádiva. Escrever sem saber o que os leitores esperam do autor, se as palavras escritas possibilitam a paixão de quem lê, sem saber se as palavras lidas e relidas possibilitam ao receptor da mensagem interagir com o emissor. Em suma, se a nossa vida se resume a atitudes, a acções e a vivências, então devemos ter em conta que somos os únicos autores da nossa história de vida. Só nós a vivemos. E também só nós a pudemos construir. “A vida que escrevemos por entre as estradas que passamos, a vida que construímos, a vida que vemos por entre passamos. Cada história que revemos tem a nossa marca. Cada passagem possui a nossa chama. Cada segundo da nossa chama não deve ser desperdiçado e, se escrevemos as linhas da nossa história também nós devemos ser capazes de aprender a sorrir perante os desafios da vida. Só nós pudemos avançar perante as batalhas. Somos humanos e criamos expectativas perante as derrotas, choramos face à dor e à tristeza. Mas somos apenas nós que lutamos pela nossa felicidade. Ao ajudarmos quem nos rodeia, estamos sem margem de dúvidas a eternizar a nossa estadia, estamos a escrever a nossa história com o que acreditamos, estamos a ser parte viva da nossa história. Estamos a escrever e a aprender a escrever”. Rita Sofia Soares
Ficha Técnica
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