«Ronsard é um dos teorizadores da imitação dos Antigos e dos Italianos como pressuposto da fundação de uma nova poesia francesa por rejeição, tanto dos géneros e técnicas medievais, como dos processos de geração que o antecede. Contribui para estabilizar a forma soneto na literatura do seu país, cultiva uma peculiar combinação das alusões à mitologia e aos "topói" clássicos com laivos platónicos, acentos francamente eróticos, quando não libertinos, e intromissões certeiras do quotidiano»
Sinopse
«Ronsard é um dos teorizadores da imitação dos Antigos e dos Italianos como pressuposto da fundação de uma nova poesia francesa por rejeição, tanto dos géneros e técnicas medievais, como dos processos de geração que o antecede. Contribui para estabilizar a forma soneto na literatura do seu país, cultiva uma peculiar combinação das alusões à mitologia e aos "topói" clássicos com laivos platónicos, acentos francamente eróticos, quando não libertinos, e intromissões certeiras do quotidiano»
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