Não existe ninguém que não deseje ser feliz, contudo, o estado em que mais frequentemente nos encontramos é de uma profunda infelicidade. Na verdade, a felicidade parece quase uma utopia, por toda a parte se encontram refúgios para a infelicidade, desde o fanatismo religioso aos antidepressivos. O ser humano separou-se da sua capacidade natural de ser feliz, porque começou a viver de uma forma que nega a sua fonte interior de alegria. A alegria é uma celebração da vida e do momento presente, mas a maioria das pessoas esqueceu que possui esta capacidade de celebrar. No seu estilo mordaz e jovial, Osho incita o leitor a recordar e voltar a utilizar o dom que todos temos — o de partilhar a alegria que a vida nos transmite constantemente e de celebrar as potencialidades da existência humana.
Sinopse
Não existe ninguém que não deseje ser feliz, contudo, o estado em que mais frequentemente nos encontramos é de uma profunda infelicidade. Na verdade, a felicidade parece quase uma utopia, por toda a parte se encontram refúgios para a infelicidade, desde o fanatismo religioso aos antidepressivos. O ser humano separou-se da sua capacidade natural de ser feliz, porque começou a viver de uma forma que nega a sua fonte interior de alegria. A alegria é uma celebração da vida e do momento presente, mas a maioria das pessoas esqueceu que possui esta capacidade de celebrar. No seu estilo mordaz e jovial, Osho incita o leitor a recordar e voltar a utilizar o dom que todos temos — o de partilhar a alegria que a vida nos transmite constantemente e de celebrar as potencialidades da existência humana.Ficha Técnica
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