Em Albuquerque Mendes encontramos bastantes sinais dos desafios com que está confrontada a arte do século XXI. Não se trata de uma obra fácil de apreender, embora também se possa dizer que tem sido demasiado fácil. Para uns, este artista seria pós-moderno e, por isso mesmo, figurativo e kitsch, ou então seria um artista «étnico» e marginal, porque português e enquanto tal obcecado pela religião e, mais gravemente, pelo cristianismo. Outros ainda retraçam influências, as de Picabia, Picasso ou Duchamp, mas também Clemente, Fontana, sabe-se lá quem mais. Exercício sem dificuldade, pois ele exibe-as exuberantemente, melhor se dissimulando.
Sinopse
Em Albuquerque Mendes encontramos bastantes sinais dos desafios com que está confrontada a arte do século XXI. Não se trata de uma obra fácil de apreender, embora também se possa dizer que tem sido demasiado fácil. Para uns, este artista seria pós-moderno e, por isso mesmo, figurativo e kitsch, ou então seria um artista «étnico» e marginal, porque português e enquanto tal obcecado pela religião e, mais gravemente, pelo cristianismo. Outros ainda retraçam influências, as de Picabia, Picasso ou Duchamp, mas também Clemente, Fontana, sabe-se lá quem mais. Exercício sem dificuldade, pois ele exibe-as exuberantemente, melhor se dissimulando.Ficha Técnica
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