Esta obra pretende traçar o caminho do movimento estudantil de contestação à política educativa nos primeiros anos da década de noventa e que teve como enfoque principal a luta contra o aumento da comparticipação dos e das estudantes nos custos das instituições universitárias, medida que ficou popularmente conheida como aumento das propinas. Aqui se procuraexplicitar o modo como as lideranças associativas estudantis foram capazes de gizar uma estratégia de construção da contestação estudantil, a partir do manuseamento das cracterísticas da identidade estudantil e juvenil da sociedade portuguesa através da construção de um discurso de reivindicação face ao Estado, que aponta as contradições entre as deficiências das políticas educativas do pós-25 de abril e o modelo de desenvolvimento preconizado no contexto da integração no espaço da União Europeia.
Sinopse
Esta obra pretende traçar o caminho do movimento estudantil de contestação à política educativa nos primeiros anos da década de noventa e que teve como enfoque principal a luta contra o aumento da comparticipação dos e das estudantes nos custos das instituições universitárias, medida que ficou popularmente conheida como aumento das propinas. Aqui se procuraexplicitar o modo como as lideranças associativas estudantis foram capazes de gizar uma estratégia de construção da contestação estudantil, a partir do manuseamento das cracterísticas da identidade estudantil e juvenil da sociedade portuguesa através da construção de um discurso de reivindicação face ao Estado, que aponta as contradições entre as deficiências das políticas educativas do pós-25 de abril e o modelo de desenvolvimento preconizado no contexto da integração no espaço da União Europeia.Ficha Técnica
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