Dois anónimos criminosos assalariados atravessam La Mancha numa madrugada de meados de Outono. Na bagageira do carro levam um carregamento macabro: o cadáver do imigrante marroquino que assassinaram no dia anterior. Não se trata, não obstante, de uma viagem excepcional. Realizaram desde Abril vinte e nove vezes o mesmo percurso. E enquanto viajam, falam e falam. «Eu não penso que os mato», diz um dos criminosos para acalmar a crescente ansiedade do outro, «penso que morrem.» Matar e morrer são o mesmo? Podem evitar estas questões?, levam a algum lado?, e, finalmente, que podem significar no contexto dos contínuos surtos de racismo e xenofobia sucedidos na Europa?
Sinopse
Dois anónimos criminosos assalariados atravessam La Mancha numa madrugada de meados de Outono. Na bagageira do carro levam um carregamento macabro: o cadáver do imigrante marroquino que assassinaram no dia anterior. Não se trata, não obstante, de uma viagem excepcional. Realizaram desde Abril vinte e nove vezes o mesmo percurso. E enquanto viajam, falam e falam. «Eu não penso que os mato», diz um dos criminosos para acalmar a crescente ansiedade do outro, «penso que morrem.» Matar e morrer são o mesmo? Podem evitar estas questões?, levam a algum lado?, e, finalmente, que podem significar no contexto dos contínuos surtos de racismo e xenofobia sucedidos na Europa?
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