«Ao contrário de muita da poesia contemporânea, fria, mecânica e
desapaixonada, encontro nesta emoção, no meu entendimento o ingrediente
número um da poesia. Gosto também porque é eufónica, de uma eufonia
externa, digamos, mas também de uma eufonia interior, sempre mais
difícil de conseguir. Não significa isto dar prioridade ao "De la
musique avant toute chose" de Verlaine, mas significa reconhecer que o
ouvido, e não apenas o espírito, também tem direito a participar da
fruição da poesia - e no caso de "Adagio, Romanza e
Grave" certamente participa.»
(…)
«Trata-se de uma poesia adulta, a lembrar por vezes não apenas o
referido Cesário Verde, e a sua poesia do concreto, mas também Vitorino
Nemésio e Jorge de Sena.»
(A.M. Pires Cabral sobre a poesia de Américo Brás Carlos em "Adágio,
Romanza e Grave").
Sinopse
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