A presente obra analisa os efeitos e o comportamento dos agentes
económicos em Portugal face ao aumento da carga fiscal em geral e do
Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC) em particular.
Apresenta e ilustra, de forma detalhada, os efeitos decorrentes do
recurso a vários mecanismos de planeamento fiscal agressivo, disponíveis
a contribuintes singulares e coletivos, que permitem minimizar de forma
legítima a carga fiscal efetiva que incide sobre os rendimentos
empresariais. Analisa ainda o impacto das distorções económicas internas
e externas que provoca ao nível da competitividade fiscal do país num
contexto de economia global. Termina com a apresentação de uma proposta
de reforma do modelo de tributação dos rendimentos empresariais (IRC)
vigente em Portugal que, para além de permitir a simplificação e a
redução dos custos de administração e de cumprimento, resolve a questão
da dupla tributação dos rendimentos de capital ao eliminar os incentivos
à transferência de rendimentos da esfera pessoal para a empresarial com
o único objetivo de minimizar a taxa efetiva de imposto, permitindo a
manutenção do nível das receitas fiscais, isto apesar da significativa
redução da carga fiscal para a generalidade dos contribuintes.
Sinopse
Ficha Técnica
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