Puerto Esfinge. Uma cidade fantasma junto ao mar. Nesse lugar devastado, quase abstracto, onde morrem lobos marinhos vitimados por uma estranha epidemia, tem lugar um congresso de linguistas e tradutores. Então, por ironia do destino, são cometidos vários crimes e todos os cadáveres aparecem junto à água, com uma velha moeda de níquel colocada na boca. Miguel De Blast, tradutor, casado, quarenta anos, ao mesmo tempo suspeito e investigador, irá atrás das únicas pistas possíveis. Só que essas pistas passam por uma mulher, Ana, por quem Miguel nutriu um grande amor... Como um mago discreto, Pablo De Santis escreveu ao mesmo tempo uma história de amor, uma reflexão sobre a linguagem e um romance policial - à sombra de um outro «mago» argentino, Jorge Luis Borges, mestre incontestado desses jogos de espelhos em que uma história banal é sempre muito mais do que aquilo que nela se lê.
Sinopse
Puerto Esfinge. Uma cidade fantasma junto ao mar. Nesse lugar devastado, quase abstracto, onde morrem lobos marinhos vitimados por uma estranha epidemia, tem lugar um congresso de linguistas e tradutores. Então, por ironia do destino, são cometidos vários crimes e todos os cadáveres aparecem junto à água, com uma velha moeda de níquel colocada na boca. Miguel De Blast, tradutor, casado, quarenta anos, ao mesmo tempo suspeito e investigador, irá atrás das únicas pistas possíveis. Só que essas pistas passam por uma mulher, Ana, por quem Miguel nutriu um grande amor... Como um mago discreto, Pablo De Santis escreveu ao mesmo tempo uma história de amor, uma reflexão sobre a linguagem e um romance policial - à sombra de um outro «mago» argentino, Jorge Luis Borges, mestre incontestado desses jogos de espelhos em que uma história banal é sempre muito mais do que aquilo que nela se lê.Ficha Técnica
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