O presente romance passa-se em Paris. Mas esta não é a Paris luminosa dos turistas e dos estudantes. É a cidade subterrânea e cinzenta dos imigrantes, dos que perderam toda a esperança no seu próprio país. Raramente uma obra de ficção se aventurou com tanto dramatismo e beleza nesse mundo. Mas A Síndrome de Ulisses é um romance mais próximo da Paris insolente e precária de Henry Miller do que da Paris festiva e primaveril de Hemingway ou de Fitzgerald, ou do que da Paris boémia de certos artistas latino-americanos. Na Paris de Santiago, todos estão prestes a sucumbir à tristeza. O protagonista, jovem colombiano aspirante a escritor, lava pratos no subsolo claustrofóbico de um restau¬rante coreano para poder estudar na Sorbonne. É ele que convoca as vozes dos seus amigos e das suas numerosas mulheres, num vertiginoso testemunho por onde passam línguas e peles muito diferentes: africanas, orientais, latinas e francesas.
Sinopse
O presente romance passa-se em Paris. Mas esta não é a Paris luminosa dos turistas e dos estudantes. É a cidade subterrânea e cinzenta dos imigrantes, dos que perderam toda a esperança no seu próprio país. Raramente uma obra de ficção se aventurou com tanto dramatismo e beleza nesse mundo. Mas A Síndrome de Ulisses é um romance mais próximo da Paris insolente e precária de Henry Miller do que da Paris festiva e primaveril de Hemingway ou de Fitzgerald, ou do que da Paris boémia de certos artistas latino-americanos. Na Paris de Santiago, todos estão prestes a sucumbir à tristeza. O protagonista, jovem colombiano aspirante a escritor, lava pratos no subsolo claustrofóbico de um restau¬rante coreano para poder estudar na Sorbonne. É ele que convoca as vozes dos seus amigos e das suas numerosas mulheres, num vertiginoso testemunho por onde passam línguas e peles muito diferentes: africanas, orientais, latinas e francesas.Ficha Técnica
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