Lina Céu, audaz na procura da sua própria identidade, consegue, por uma necessidade quase egocêntrica de se mostrar poeticamente, concentrar nos seus sonetos a sensibilidade que a vida lhe doou, essa vida que não sendo apenas dela torna a sua poesia ainda mais abrangente porque sentida por aqueles que não a conhecendo se revêem nas emoções que transmite e nos sentimentos que equaciona. Lina Céu poderá experimentar outros voos e outras experiências poéticas, mas o soneto é, para já, a suprema libertação da sua alma, pela evasão dos fantasmas que povoam o subconsciente de quem sofreu, de quem amou e de quem enfrentou os paradigmas supérfluos e antipoéticos da frivolidade e da intolerância.
Sinopse
Lina Céu, audaz na procura da sua própria identidade, consegue, por uma necessidade quase egocêntrica de se mostrar poeticamente, concentrar nos seus sonetos a sensibilidade que a vida lhe doou, essa vida que não sendo apenas dela torna a sua poesia ainda mais abrangente porque sentida por aqueles que não a conhecendo se revêem nas emoções que transmite e nos sentimentos que equaciona. Lina Céu poderá experimentar outros voos e outras experiências poéticas, mas o soneto é, para já, a suprema libertação da sua alma, pela evasão dos fantasmas que povoam o subconsciente de quem sofreu, de quem amou e de quem enfrentou os paradigmas supérfluos e antipoéticos da frivolidade e da intolerância.
Ficha Técnica
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