Boris Akunin é a mais recente revelação no género do policial histórico de um autor de língua russa. Tem estado a conquistar louvores da crítica, e sobretudo a adesão entusiástica de milhões de leitores à escala global, com a sua série de histórias protagonizadas pelo detective Erast Fandorin. Akunin situa o enredo deste primeiro livro na Rússia de Oitocentos, entre Moscovo e a Londres vitoriana. A acção inicia-se em Moscovo, quando um jovem tresloucado resolve suicidar-se publicamente. Todos consideram aquela tragédia um vulgar sinal dos tempos, em que pontua uma vaga de suicídios entre os jovens «niilistas». Erast Fandorin, um detective sui generis, tem no entanto a estranha convicção de que está perante algo diferente. De descoberta em descoberta acaba por desmascarar uma organização que opera a uma escala internacional. Akunin distingue-se por uma mestria em que a precisão histórica se associa à vivacidade da acção e à intensidade do suspense, jogando com o realismo das descrições e uma ironia extremamente actual, num ambiente digno de Dostoiévski, Gogol ou Tolstói.
Sinopse
Boris Akunin é a mais recente revelação no género do policial histórico de um autor de língua russa. Tem estado a conquistar louvores da crítica, e sobretudo a adesão entusiástica de milhões de leitores à escala global, com a sua série de histórias protagonizadas pelo detective Erast Fandorin. Akunin situa o enredo deste primeiro livro na Rússia de Oitocentos, entre Moscovo e a Londres vitoriana. A acção inicia-se em Moscovo, quando um jovem tresloucado resolve suicidar-se publicamente. Todos consideram aquela tragédia um vulgar sinal dos tempos, em que pontua uma vaga de suicídios entre os jovens «niilistas». Erast Fandorin, um detective sui generis, tem no entanto a estranha convicção de que está perante algo diferente. De descoberta em descoberta acaba por desmascarar uma organização que opera a uma escala internacional. Akunin distingue-se por uma mestria em que a precisão histórica se associa à vivacidade da acção e à intensidade do suspense, jogando com o realismo das descrições e uma ironia extremamente actual, num ambiente digno de Dostoiévski, Gogol ou Tolstói.Ficha Técnica
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