Ela está a trazer malas para a porta. Diz que se vai embora. E eu acredito. Não movo uma palha para a impedir (e mesmo que movesse um elefante indiano ela não ia ficar). Só quem fica sou eu, a olhar para as formas e para as cores que se vão acumulando à entrada. Como se mata o que se ama? Sem pensar. Ou pensando muito. É precisamente no momento em que nos armamos em Deus que nos perdemos. E não há fio de Ariadne capaz de nos colocar de volta no ponto de partida.
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