Este romance de Joana Miranda, tal como todos os anteriores, seduz rapidamente o leitor pela intensidade emocional que a escritora imprime à história, assim como pela fragrância da sua escrita. Vera, Gil, Maria, Francisco são as personagens que constelam e polarizam a narrativa, ponto de partida para o incessante movimento que leva a que as relações se cruzem e entrecruzem. O leitor é colocado perante algo que primeiramente se apresenta como um mistério, até encontrar o fio condutor do enredo. A estátua da mulher de mármore que obceca Gil é simultaneamente realidade e metáfora da busca de cada personagem. E se os factuais amores e desencontros prendem fortemente a atenção do leitor, este não deixa de sentir o apelo nostálgico de qualquer coisa indefinível e íntima. Esta é a arte peculiar de Joana Miranda, a de, ao narrar, partilhar connosco o seu exaltante amor pela vida, reconduzindo-nos ao nosso próprio mistério.
Sinopse
Este romance de Joana Miranda, tal como todos os anteriores, seduz rapidamente o leitor pela intensidade emocional que a escritora imprime à história, assim como pela fragrância da sua escrita. Vera, Gil, Maria, Francisco são as personagens que constelam e polarizam a narrativa, ponto de partida para o incessante movimento que leva a que as relações se cruzem e entrecruzem. O leitor é colocado perante algo que primeiramente se apresenta como um mistério, até encontrar o fio condutor do enredo. A estátua da mulher de mármore que obceca Gil é simultaneamente realidade e metáfora da busca de cada personagem. E se os factuais amores e desencontros prendem fortemente a atenção do leitor, este não deixa de sentir o apelo nostálgico de qualquer coisa indefinível e íntima. Esta é a arte peculiar de Joana Miranda, a de, ao narrar, partilhar connosco o seu exaltante amor pela vida, reconduzindo-nos ao nosso próprio mistério.Ficha Técnica
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