Isto é um romance policial, sem dúvida. Mas também não é. As epígrafes já desmentem o género. Não costumam aparecer em policiais, muito menos capítulo por capítulo. E menos ainda se extraídas de autores como Marx, Maquiavel, Petrónio, Borges, Drummond, Shakespeare, Fernando Pessoa, Rousseau, Malraux, Claudel, Aragon e Rimbaud. O filósofo Leandro Konder traz para este livro um pouco da erudição exigida pelo seu trabalho intelectual «verdadeiro». Mas sabe muito bem combinar as coisas: dá à sua escrita a leveza de quem pode fingir-se de inocente apenas para desfrutar de uma boa história. Foi um leitor feliz que escreveu A morte de Rimbaud.
Sinopse
Isto é um romance policial, sem dúvida. Mas também não é. As epígrafes já desmentem o género. Não costumam aparecer em policiais, muito menos capítulo por capítulo. E menos ainda se extraídas de autores como Marx, Maquiavel, Petrónio, Borges, Drummond, Shakespeare, Fernando Pessoa, Rousseau, Malraux, Claudel, Aragon e Rimbaud. O filósofo Leandro Konder traz para este livro um pouco da erudição exigida pelo seu trabalho intelectual «verdadeiro». Mas sabe muito bem combinar as coisas: dá à sua escrita a leveza de quem pode fingir-se de inocente apenas para desfrutar de uma boa história. Foi um leitor feliz que escreveu A morte de Rimbaud.Ficha Técnica
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