«Porque o que mais me tocou na Luísa Dacosta foi um certo uso da linguagem capaz de impor a autoridade das palavras sobre o mundo, e uma espantosa capacidade de pensar entre as palavras, e uma sabedoria que lhe permite conhecer o mar não apenas como realidade concreta e quotidiana mas como pensamento. A Luísa escreve do interior da ideia de mar sobre aqueles que habitam essa ideia como se ela tivesse a evidência de uma casa». (Eduardo Prado Coelho)
Sinopse
«Porque o que mais me tocou na Luísa Dacosta foi um certo uso da linguagem capaz de impor a autoridade das palavras sobre o mundo, e uma espantosa capacidade de pensar entre as palavras, e uma sabedoria que lhe permite conhecer o mar não apenas como realidade concreta e quotidiana mas como pensamento. A Luísa escreve do interior da ideia de mar sobre aqueles que habitam essa ideia como se ela tivesse a evidência de uma casa». (Eduardo Prado Coelho)Ficha Técnica
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