Ao alargar a oportunidade de aprendizagem de uma língua estrangeira a segmentos da comunidade que tradicionalmente não o podiam fazer, o currículo dos primeiros anos de escolaridade tornou-se definitivamente mais inclusivo. Esta medida, que há muito tardava, surge para dar cumprimento a inúmeros acordos rubricados pelo nosso país nesse sentido e deve, de acordo com as disposições que lhe deram origem, perspectivar a aprendizagem de línguas estrangeiras pelos mais novos como um processo de construção de uma competência simultaneamente multilingue e multicultural, permitindo à criança olhar para o diferente enquanto objecto de curiosidade e descobrindo a substância das diferenças que o mundo tem para nos surpreender. Trata-se de um efectivo primeiro patamar de educação linguística e a sua implementação deve ser devidamente acautelada, enquadrada por orientações curriculares e recomendações metodológicas criteriosas, já que o contacto com uma língua estrangeira constitui um acervo vivo de experiência e de (in)formação que no contexto actual da educação em Portugal seria lastimável desbaratar. O conjunto dos textos aqui reunidos, publicados ao longo dos últimos quinze anos, ilustra bem como foi sendo sustentada a matriz do pensamento do autor, nas vertentes teórica e prática, sobre esta temática de tão grande actualidade.
Sinopse
Ao alargar a oportunidade de aprendizagem de uma língua estrangeira a segmentos da comunidade que tradicionalmente não o podiam fazer, o currículo dos primeiros anos de escolaridade tornou-se definitivamente mais inclusivo. Esta medida, que há muito tardava, surge para dar cumprimento a inúmeros acordos rubricados pelo nosso país nesse sentido e deve, de acordo com as disposições que lhe deram origem, perspectivar a aprendizagem de línguas estrangeiras pelos mais novos como um processo de construção de uma competência simultaneamente multilingue e multicultural, permitindo à criança olhar para o diferente enquanto objecto de curiosidade e descobrindo a substância das diferenças que o mundo tem para nos surpreender. Trata-se de um efectivo primeiro patamar de educação linguística e a sua implementação deve ser devidamente acautelada, enquadrada por orientações curriculares e recomendações metodológicas criteriosas, já que o contacto com uma língua estrangeira constitui um acervo vivo de experiência e de (in)formação que no contexto actual da educação em Portugal seria lastimável desbaratar. O conjunto dos textos aqui reunidos, publicados ao longo dos últimos quinze anos, ilustra bem como foi sendo sustentada a matriz do pensamento do autor, nas vertentes teórica e prática, sobre esta temática de tão grande actualidade.Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)