Desconcertados e encantados, seguimo-lo numa noite de Verão durante a qual se cruzam, como numa féerie, duas histórias de sedução, separadas por mais de duzentos anos e oscilando vertiginosamente entre o sublime e o hilariante. Mas esta é somente a estrutura de acontecimentos que não se deixam contar, porque Kundera parece ter miniaturizado uma impressionante quantidade de «temas existenciais». Desde logo o da lentidão: uma palavra para a qual descobriremos um novo sentido, como se nunca a tivéssemos conhecido. E assim, de repente, parecer-nos-á evidente que falar de lentidão significa falar da memória - e que falar da memória significa falar de tudo.
Sinopse
Desconcertados e encantados, seguimo-lo numa noite de Verão durante a qual se cruzam, como numa féerie, duas histórias de sedução, separadas por mais de duzentos anos e oscilando vertiginosamente entre o sublime e o hilariante. Mas esta é somente a estrutura de acontecimentos que não se deixam contar, porque Kundera parece ter miniaturizado uma impressionante quantidade de «temas existenciais». Desde logo o da lentidão: uma palavra para a qual descobriremos um novo sentido, como se nunca a tivéssemos conhecido. E assim, de repente, parecer-nos-á evidente que falar de lentidão significa falar da memória - e que falar da memória significa falar de tudo.Ficha Técnica
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