Nos últimos anos, a investigação relacionada com a actividade lúdica, nomeadamente o jogo simbólico, chamou a atenção de numerosos investigadores interessados no desenvolvimento da criança.Muitos teóricos do desenvolvimento concordam que o jogo, como actividade fundamental da criança, é um meio essencial de desenvolvimento motor, cognitivo, linguístico, emocional e social da criança.Toda essa investigação influenciou fortemente as concepções e práticas mais recentes em matéria de intervenção precoce com crianças em risco estabelecido, biológico ou envolvimental.A ênfase no desenvolvimento e participação dos pais, as interacções no contexto da família, a construção de relações emocionais fortes entre adultos e criança em desenvolvimento de capacidades de comunicação positivas e construtivas entre profissionais e famílias, a ecologia das interacções sociais no contexto da educação pré-escolar, numa perspectiva de educação inclusiva, tornaram-se uma característica quase universal dos programas de intervenção precoce.Os contributos apresentados neste livro baseiam-se em investigações de autores portugueses sobre a dimensão social dos padrões comunicativos nas primeiras idades, em situação de jogo livre e de instrução, em diferentes contextos interpessoais,interacção mãe-criançainteracção educadora-criançainteracção criança-criança,envolvendo crianças com síndroma de Down.O último contributo centra-se nas representações sociais dos profissionais de intervenção precoce, nomeadamente no que respeita às práticas instrucionais junto das crianças com necessidades educativas especiais e envolvimento e participação familiar.
Sinopse
Nos últimos anos, a investigação relacionada com a actividade lúdica, nomeadamente o jogo simbólico, chamou a atenção de numerosos investigadores interessados no desenvolvimento da criança.Muitos teóricos do desenvolvimento concordam que o jogo, como actividade fundamental da criança, é um meio essencial de desenvolvimento motor, cognitivo, linguístico, emocional e social da criança.Toda essa investigação influenciou fortemente as concepções e práticas mais recentes em matéria de intervenção precoce com crianças em risco estabelecido, biológico ou envolvimental.A ênfase no desenvolvimento e participação dos pais, as interacções no contexto da família, a construção de relações emocionais fortes entre adultos e criança em desenvolvimento de capacidades de comunicação positivas e construtivas entre profissionais e famílias, a ecologia das interacções sociais no contexto da educação pré-escolar, numa perspectiva de educação inclusiva, tornaram-se uma característica quase universal dos programas de intervenção precoce.Os contributos apresentados neste livro baseiam-se em investigações de autores portugueses sobre a dimensão social dos padrões comunicativos nas primeiras idades, em situação de jogo livre e de instrução, em diferentes contextos interpessoais,interacção mãe-criançainteracção educadora-criançainteracção criança-criança,envolvendo crianças com síndroma de Down.O último contributo centra-se nas representações sociais dos profissionais de intervenção precoce, nomeadamente no que respeita às práticas instrucionais junto das crianças com necessidades educativas especiais e envolvimento e participação familiar.Ficha Técnica
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