Um dos mais brilhantes ensaios de Savater, esta obra de 1976 denota já as suas preocupações éticas na forma vitalista como aborda a arte de contar. Na época, encarado como um manifesto contracorrente em relação àquela literatura que proclamava a "morte do romance", este livro que era ele próprio uma aventura de ler, partilhava com o leitor as leituras que tinham maravilhado o seu autor na infância (como aconteceu a tantos nós) e aquelas que encantam agora o seu espírito que não perdeu essa sede de aventura e de encantamento. Ele faz um percurso pelos tesouros de uma literatura de tonalidade épica, onde o prazer da acção se joga por si próprio, ou de sedução assustadora como nas histórias fantásticas e de horror. Jack London, Jules Verne, Emilio Salgari, Stevenson, Conan Doyle, Edgar Allen Poe, Agatha Christie, Lovecraft ou Borges são algumas das figuras que aqui passam, iluminadas a uma luz diferente, como só Savater sabe. Nunca é de mais dizê-lo: o livro não perdeu actualidade - provam-no as sucessivas reedições que conheceu - e o tempo provou que Savater tinha razão quanto àquilo que o leitor pede aos livros.
Sinopse
Um dos mais brilhantes ensaios de Savater, esta obra de 1976 denota já as suas preocupações éticas na forma vitalista como aborda a arte de contar. Na época, encarado como um manifesto contracorrente em relação àquela literatura que proclamava a "morte do romance", este livro que era ele próprio uma aventura de ler, partilhava com o leitor as leituras que tinham maravilhado o seu autor na infância (como aconteceu a tantos nós) e aquelas que encantam agora o seu espírito que não perdeu essa sede de aventura e de encantamento. Ele faz um percurso pelos tesouros de uma literatura de tonalidade épica, onde o prazer da acção se joga por si próprio, ou de sedução assustadora como nas histórias fantásticas e de horror. Jack London, Jules Verne, Emilio Salgari, Stevenson, Conan Doyle, Edgar Allen Poe, Agatha Christie, Lovecraft ou Borges são algumas das figuras que aqui passam, iluminadas a uma luz diferente, como só Savater sabe. Nunca é de mais dizê-lo: o livro não perdeu actualidade - provam-no as sucessivas reedições que conheceu - e o tempo provou que Savater tinha razão quanto àquilo que o leitor pede aos livros.Ficha Técnica
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