Aqui se faz uma leitura da Imprensa do Porto, na primeira metade do século XIX. Mais precisamente, uma leitura dos jornais políticos que aparecem como privilegiado campo de estudo para entender a época histórica do Liberalismo. São tratados aspectos técnicos de hemerografia, mas o interesse principal desta obra não reside aí.Efectivamente, o Autor avança por outro caminho.Partindo do princípio, hoje indiscutível, de que a Imprensa, como fonte novíssima da História, tem direito à credibilidade, foi procurar nela uma explicação mais verdadeira daquilo que foram, nos começos do Portugal Constitucional, as correntes políticas do Cartismo e do Setembrismo. E também buscar uma luz mais penetrante sobre os grandes acontecimentos da época, quais foram a Revolução de Setembro, a Restauração da Carta, a Revolta da Maria da Fonte e a Guerra Civil da Patuleia.Esta é a Imprensa do Porto Romântico – a cidade do Porto que lutou pela Liberdade política e mereceu o título de Invicta em seu brasão. E o combate não acabou quando o Absolutismo foi vencido pela força das armas. Acabou, na verdade, quando foi varrida a tirania e Portugal se faz, de modo irreversível, uma Pátria de cidadãos. Nessa conjuntura determinante, o Porto mostrou na vigorosa militância de sua Imprensa de opinião que era, de facto, a Terra da Liberdade.
Sinopse
Aqui se faz uma leitura da Imprensa do Porto, na primeira metade do século XIX. Mais precisamente, uma leitura dos jornais políticos que aparecem como privilegiado campo de estudo para entender a época histórica do Liberalismo. São tratados aspectos técnicos de hemerografia, mas o interesse principal desta obra não reside aí.Efectivamente, o Autor avança por outro caminho.Partindo do princípio, hoje indiscutível, de que a Imprensa, como fonte novíssima da História, tem direito à credibilidade, foi procurar nela uma explicação mais verdadeira daquilo que foram, nos começos do Portugal Constitucional, as correntes políticas do Cartismo e do Setembrismo. E também buscar uma luz mais penetrante sobre os grandes acontecimentos da época, quais foram a Revolução de Setembro, a Restauração da Carta, a Revolta da Maria da Fonte e a Guerra Civil da Patuleia.Esta é a Imprensa do Porto Romântico – a cidade do Porto que lutou pela Liberdade política e mereceu o título de Invicta em seu brasão. E o combate não acabou quando o Absolutismo foi vencido pela força das armas. Acabou, na verdade, quando foi varrida a tirania e Portugal se faz, de modo irreversível, uma Pátria de cidadãos. Nessa conjuntura determinante, o Porto mostrou na vigorosa militância de sua Imprensa de opinião que era, de facto, a Terra da Liberdade.Ficha Técnica
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