Nesta obra de grande amplitude, Amartya Sen oferece uma visão alternativa às teorias de justiça dominantes que, apesar de muitas realizações concretas, levaram-nos, em geral, argumenta, no sentido errado. Sen – laureado com o prémio Nobel em Economia e teoria da escolha social, e um profundo filósofo social –, com esta abordagem ‘transcendental’, chama a atenção para problemas sérios e argumenta que aquilo que precisamos com urgência, neste nosso mundo conturbado, não é de uma teoria de um Estado idealmente justo, mas de uma teoria que possa fornecer a base para juízos, como a justiça comparativa, juízos que nos digam quando e por que razão estamos a aproximar-nos ou a distanciarmo-nos da concretização da justiça num mundo globalizado.
“Neste intrincado e infindavelmente estimulante livro, Sen demonstra toda a força do seu pensamento brilhante e juízo moral.”
por: The Sunday Times em: 00 0000
“Para quem gosta de discussões inteligentes e longe dos lugares comuns.”
por: Newyorker em: 00 0000
“Esta eloquente e estimulante nova obra de SEN é de certa forma um comentário a Rawls, mas o seu grande refinamento dá-lhe maior aplicabilidade.”
por: The New Republic em: 00 0000
“Um livro verdadeiramente importante”
por: The Times em: 00 0000
“SEN é um dos grandes pensadores da nossa era.”
por: Kenneth Arrow, Professor de Economia em: 00 0000
“Tendo em conta a sua energia e profundidade intelectual, não surpreende que a análise de Sen do conceito de justiça seja de uma análise e síntese crítica da maior importância.”
por: Philppe Van Parijs, Universidade de Lovain em: 00 0000
“Poucos pensadores contemporâneos tiveram um impacto tão directo nos acontecimentos mundiais como Amartya Sen. Esta apresentação maravilhosamente lúcida da sua abordagem à justiça marcará um compasso inestimável para todos aqueles que lutam contra a injustiça por todo o mundo.”
por: G. A. Cohen, Professor Emérito na Universidade de Oxford em: 00 0000
“Numa prosa lúcida e dinâmica a Ideia de Justiça oferece-nos uma filosofia política mais dedicada à redução da injustiça na Terra do que à criação de castelos no ar idealmente justos. Amartya Sen aplica as suas formidáveis capacidades argumentativas e a sua erudição profunda e sem limites à tarefa de trazer a filosofia política num frente a frente com a aspiração humana e a privação humana no mundo real, para cuja melhoria ele tem devotado a sua vida intelectual.”
por: Hilary Putnam, Professor Emérito na Universidade de Harvard em: 00 0000
“Creio que a Ideia de Justiça de Amartya Sen é uma das contribuições mais importantes para o tema desde que apareceu a Teoria de Justiça de Rawls, em 1971. A abordagem desse livro foi tentar trabalhar uma base para um Estado-nação idealmente justo. Tendo perfeito conhecimento do caminho de ruptura trilhado por Rawls, Sen – laureado com o prémio Nobel em Economia e teoria da escolha social, e um profundo filósofo social –, com esta abordagem ‘transcendental’, chama a atenção para problemas sérios e argumenta que aquilo que precisamos com urgência, neste nosso mundo conturbado, não é de uma teoria de um Estado idealmente justo, mas de uma teoria que possa fornecer a base para juízos, como a justiça comparativa, juízos que nos digam quando e por que razão estamos a aproximar-nos ou a distanciarmo-nos da concretização da justiça num mundo globalizado.Sen traça com o seu conhecimento em todos os campos que menciono ideias básicas para a tal teoria.Além disso, discute, com iluminado pormenor (e histórica e trans-culturamente informado), questões fundamentais relacionadas com a democracia, os direitos humanos, o desenvolvimento económico e a natureza e os limites da democracia – a objectividade ética. Esta é uma obra que merece o maior número de leitores possível.”
Sinopse
Nesta obra de grande amplitude, Amartya Sen oferece uma visão alternativa às teorias de justiça dominantes que, apesar de muitas realizações concretas, levaram-nos, em geral, argumenta, no sentido errado. Sen – laureado com o prémio Nobel em Economia e teoria da escolha social, e um profundo filósofo social –, com esta abordagem ‘transcendental’, chama a atenção para problemas sérios e argumenta que aquilo que precisamos com urgência, neste nosso mundo conturbado, não é de uma teoria de um Estado idealmente justo, mas de uma teoria que possa fornecer a base para juízos, como a justiça comparativa, juízos que nos digam quando e por que razão estamos a aproximar-nos ou a distanciarmo-nos da concretização da justiça num mundo globalizado.
Ficha Técnica
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(0 comentários dos leitores)Críticas Literárias
por: Financial Times em: 00 0000
por: The Sunday Times em: 00 0000
por: Newyorker em: 00 0000
por: The New Republic em: 00 0000
por: The Times em: 00 0000
por: Kenneth Arrow, Professor de Economia em: 00 0000
por: Philppe Van Parijs, Universidade de Lovain em: 00 0000
por: G. A. Cohen, Professor Emérito na Universidade de Oxford em: 00 0000
por: Hilary Putnam, Professor Emérito na Universidade de Harvard em: 00 0000