Miguel Real oferece-nos com A Guerra dos Mascates a narrativa de
um confronto entre pequenos comerciantes e aristocratas que
mobilizou a totalidade da população das cidades de Recife e Olinda
no século XVIII.
Revoltados contra o poder dos mazombos – senhores todopoderosos
do Pernambuco, proprietários de engenhos de açúcar e
herdeiros da elite que expulsou os Holandeses do território –, os
mascates insurgem-se contra a exploração de que são vítimas e
decidem fazer uma sublevação. Na linha da frente está Vidal Rabelo,
cujo casamento com a nobre Leonor Barbalho foi impedido de
consumar e que tudo fará para recuperar a «sua recém, recém,
recém senhora», nem que seja raptando-a, se for preciso. A seu lado,
entre tantos outros, perfilam-se Julinho Telles Fernandes, a corajosa
Violante Dias e o grande lutador pela libertação dos escravos Lula
Aparecido da Silva. Amor romântico e ódio colectivo, febre de fé e
febre de dinheiro, dignidade social e vingança pessoal, conjugam-se
na descrição de personalidades inesquecíveis do cândido ao
malévolo para compor um romance deliciosamente irónico que
confirma Miguel Real como um dos mais portentosos ficcionistas da
actualidade.
Sinopse
Miguel Real oferece-nos com A Guerra dos Mascates a narrativa de um confronto entre pequenos comerciantes e aristocratas que mobilizou a totalidade da população das cidades de Recife e Olinda no século XVIII. Revoltados contra o poder dos mazombos – senhores todopoderosos do Pernambuco, proprietários de engenhos de açúcar e herdeiros da elite que expulsou os Holandeses do território –, os mascates insurgem-se contra a exploração de que são vítimas e decidem fazer uma sublevação. Na linha da frente está Vidal Rabelo, cujo casamento com a nobre Leonor Barbalho foi impedido de consumar e que tudo fará para recuperar a «sua recém, recém, recém senhora», nem que seja raptando-a, se for preciso. A seu lado, entre tantos outros, perfilam-se Julinho Telles Fernandes, a corajosa Violante Dias e o grande lutador pela libertação dos escravos Lula Aparecido da Silva. Amor romântico e ódio colectivo, febre de fé e febre de dinheiro, dignidade social e vingança pessoal, conjugam-se na descrição de personalidades inesquecíveis do cândido ao malévolo para compor um romance deliciosamente irónico que confirma Miguel Real como um dos mais portentosos ficcionistas da actualidade.Ficha Técnica
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