A gramática pode ser divertida? Erik Orsenna está decidido a convencer-nos de que a aprendizagem da sintaxe pode proporcionar o mesmo prazer que uma brincadeira de crianças.E, de facto, basta-nos abrir este livro para que entremos de imediato no seu mundo maravilhoso.
Devido ao choque provocado por um naufrágio em pleno Atlântico, Jeanne, de dez anos, e o seu irmão mais velho perdem o uso da palavra. Os dois irmãos estão agora numa ilha desconhecida, onde conhecem Monsieur Henri, um músico que decide voltar a incutir-lhes o gosto pela linguagem. Henry leva-os numa viagem inesquecível que começa numa ilha que, embora habitada, está despojada de qualquer forma de vida. Os habitantes, esvaziados das suas palavras após um acontecimento dramático, decidiram não reaprender a falar. As pessoas, os animais, as paisagens estão mortos de silêncio. Definham por não serem solicitados. A gramática e a existência estão intrinsecamente ligadas. Aquilo que não é nomeado acaba por se esvanecer. As duas crianças vão então à descoberta de uma cidade povoada por palavras. E, perante o seu olhar espantado, estas´últimas dissimulam-se, casam-se, traem-se. Estão vivas para melhor poderem dar vida. Esta é uma gramática onde podemos, não somente aprender, mas sobretudo aprender a amar. Quantas mais palavras possuímos, mais são os sentimentos de que dispomos. Um vocabulário rico pinta o universo de mil nuances. Erik Osenna ganhou a aposta e, de facto, introduz-nos no mundo da gramática com a mesma facilidade e alegria com que o faríamos numa loja de brinquedos.
Conto iniciático, A Gramática é uma Canção Doce é, em suma, um pequeno e despretensioso tratado de pedagogia que, com humor, nos lembra que onde existe a gramática existe também uma fonte de prazer. Uma verdadeira carta de amor às palavras, às frases e aos livros.
Sinopse
A gramática pode ser divertida? Erik Orsenna está decidido a convencer-nos de que a aprendizagem da sintaxe pode proporcionar o mesmo prazer que uma brincadeira de crianças.E, de facto, basta-nos abrir este livro para que entremos de imediato no seu mundo maravilhoso.Devido ao choque provocado por um naufrágio em pleno Atlântico, Jeanne, de dez anos, e o seu irmão mais velho perdem o uso da palavra. Os dois irmãos estão agora numa ilha desconhecida, onde conhecem Monsieur Henri, um músico que decide voltar a incutir-lhes o gosto pela linguagem. Henry leva-os numa viagem inesquecível que começa numa ilha que, embora habitada, está despojada de qualquer forma de vida. Os habitantes, esvaziados das suas palavras após um acontecimento dramático, decidiram não reaprender a falar. As pessoas, os animais, as paisagens estão mortos de silêncio. Definham por não serem solicitados. A gramática e a existência estão intrinsecamente ligadas. Aquilo que não é nomeado acaba por se esvanecer. As duas crianças vão então à descoberta de uma cidade povoada por palavras. E, perante o seu olhar espantado, estas´últimas dissimulam-se, casam-se, traem-se. Estão vivas para melhor poderem dar vida. Esta é uma gramática onde podemos, não somente aprender, mas sobretudo aprender a amar. Quantas mais palavras possuímos, mais são os sentimentos de que dispomos. Um vocabulário rico pinta o universo de mil nuances. Erik Osenna ganhou a aposta e, de facto, introduz-nos no mundo da gramática com a mesma facilidade e alegria com que o faríamos numa loja de brinquedos.
Conto iniciático, A Gramática é uma Canção Doce é, em suma, um pequeno e despretensioso tratado de pedagogia que, com humor, nos lembra que onde existe a gramática existe também uma fonte de prazer. Uma verdadeira carta de amor às palavras, às frases e aos livros.
Ficha Técnica
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