Teresa Vieira nasceu em Lisboa, mas não gosta de localizar os sítios enquanto espaços geográficos nos quais se move, porque a fixação dos lugares é apenas mero acaso transformado em facto. Dir-se-ia o mesmo do Tempo em que o local do seu nascimento ocorreu.
O seu último livro, A Fúria do Tempo, livro universal e intemporal, de Zenão de Eleia a Albert Camus, permite ao leitor múltiplas interpretações possíveis, porque muitos são os Tempos que nos são dados ter Conhecimento. Decidamo-nos por aquele que vai ao encontro do Tempo de cada leitor: ensaio filosófico ou discurso epistolar, livro de mágoas, memórias e expectativas, novela breve sobre o Tempo da autora, numa promessa de não explicar tudo o que por devir acontece no mundo das intuições, tentação sempre contida, mesmo quando refere que "a saudade também é um sítio / por onde se caminha", conversa inacabada em epígrafes reveladoras, deixando ao leitor o espaço do seu próprio descobrir, ou lição sublime sobre o Tempo de espera, que é também um Tempo de impaciência e de esperança - "E digo que no justo instante de uma impaciência Orfeu com um só olhar perdeu-a para sempre. Relembro a Trácia, terra dos mistérios."
Da autora:
E o Meu Olhar é o das Pedras Antigas da Sé, Estúdios Cor, 1987
Absoluto Cânone, Átrio, 1993
Trânsito da Vida, Átrio, 1995
De Nada Novo, Dinalivro, 1996
Palimpsesto, Dinalivro, 1997
A Nau e os Dias, Dinalivro, 1999
Das Rosas Todavia, Dinalivro, 2001
A Fúria do Tempo, Dinalivro, 2003
Sinopse
Teresa Vieira nasceu em Lisboa, mas não gosta de localizar os sítios enquanto espaços geográficos nos quais se move, porque a fixação dos lugares é apenas mero acaso transformado em facto. Dir-se-ia o mesmo do Tempo em que o local do seu nascimento ocorreu. O seu último livro, A Fúria do Tempo, livro universal e intemporal, de Zenão de Eleia a Albert Camus, permite ao leitor múltiplas interpretações possíveis, porque muitos são os Tempos que nos são dados ter Conhecimento. Decidamo-nos por aquele que vai ao encontro do Tempo de cada leitor: ensaio filosófico ou discurso epistolar, livro de mágoas, memórias e expectativas, novela breve sobre o Tempo da autora, numa promessa de não explicar tudo o que por devir acontece no mundo das intuições, tentação sempre contida, mesmo quando refere que "a saudade também é um sítio / por onde se caminha", conversa inacabada em epígrafes reveladoras, deixando ao leitor o espaço do seu próprio descobrir, ou lição sublime sobre o Tempo de espera, que é também um Tempo de impaciência e de esperança - "E digo que no justo instante de uma impaciência Orfeu com um só olhar perdeu-a para sempre. Relembro a Trácia, terra dos mistérios." Da autora: E o Meu Olhar é o das Pedras Antigas da Sé, Estúdios Cor, 1987 Absoluto Cânone, Átrio, 1993 Trânsito da Vida, Átrio, 1995 De Nada Novo, Dinalivro, 1996 Palimpsesto, Dinalivro, 1997 A Nau e os Dias, Dinalivro, 1999 Das Rosas Todavia, Dinalivro, 2001 A Fúria do Tempo, Dinalivro, 2003Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)