"Da força do vago irrompe a vaga da palavra. É no paradoxal poder refrescante e envolvente, abrasador e arrasador, iluminante e eliminante da mesma que reside o seu fascínio e o seu risco.Assim como a lagarta, pela luz, se inebria e transforma em borboleta, experienciando a imponderabilidade do voo, assim as palavras atravessam as fronteiras e os tempos (os oceanos não pagam alfândegas!), irradiando a luz que são. Sóis, nas atmosferas quentes, faróis, nas noites de insónia, afagos e brisas sensoriais, diamantes e talismãs emocionais, pirilampos e faíscas de racionalidade.Este trabalho, ao considerar Babel como o fim de uma singular ditadura semiótica, propõe-se analisar o poder da palavra, identificando ""traficantes de missangas educacionais"", desmontando os fenómenos da ciência, da educação e da didáctica como processos semióticos, e auscultando o casulo das larvas linguísticas... em busca de um Pentecostes global. "
Sinopse
"Da força do vago irrompe a vaga da palavra. É no paradoxal poder refrescante e envolvente, abrasador e arrasador, iluminante e eliminante da mesma que reside o seu fascínio e o seu risco.Assim como a lagarta, pela luz, se inebria e transforma em borboleta, experienciando a imponderabilidade do voo, assim as palavras atravessam as fronteiras e os tempos (os oceanos não pagam alfândegas!), irradiando a luz que são. Sóis, nas atmosferas quentes, faróis, nas noites de insónia, afagos e brisas sensoriais, diamantes e talismãs emocionais, pirilampos e faíscas de racionalidade.Este trabalho, ao considerar Babel como o fim de uma singular ditadura semiótica, propõe-se analisar o poder da palavra, identificando ""traficantes de missangas educacionais"", desmontando os fenómenos da ciência, da educação e da didáctica como processos semióticos, e auscultando o casulo das larvas linguísticas... em busca de um Pentecostes global. "Ficha Técnica
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