José Pedro Castanheira e Valdemar Cruz, jornalistas do Expresso, publicaram em 2002 uma reportagem sobre Annie Silva Pais, filha única do director da PIDE, que aos 30 anos de idade, decorria o ano de 1965, protagonizou um escândalo ao abandonar o marido, a família, os amigos e o país para se entregar à revolução cubana. Desaparecida durante três meses, o regime de Salazar teme que tenha sido raptada para ser utilizada como arma no contexto da luta anticolonial. Quando se volta a saber dela, Annie está enamorada do médico pessoal de Fidel Castro, revela uma ardente paixão por Che Guevara, e estabelece uma prolongada relação com o ministro do Interior, José Abrantes, que há-de morrer numa prisão de Havana. Tradutora e intérprete de Fidel, Annie só regressa a Portugal após o 25 de Abril, para ir visitar o pai à prisão de Peniche. Trabalha na 5.a Divisão do MFA durante o Verão Quente de 1975 e morre em Cuba em Julho de 1990, vítima de cancro.Esta reportagem valeu a José Pedro Castanheira e Valdemar Cruz o Grande Prémio Gazeta de 2002, o principal galardão de jornalismo concedido em Portugal. E é esta história intensa, carregada de drama, que agora se publica em livro, onde se incluem novos e surpreendentes pormenores sobre a vida de Annie e uma biografia absolutamente inédita do major Silva Pais, o último director da polícia política da ditadura.
Sinopse
José Pedro Castanheira e Valdemar Cruz, jornalistas do Expresso, publicaram em 2002 uma reportagem sobre Annie Silva Pais, filha única do director da PIDE, que aos 30 anos de idade, decorria o ano de 1965, protagonizou um escândalo ao abandonar o marido, a família, os amigos e o país para se entregar à revolução cubana. Desaparecida durante três meses, o regime de Salazar teme que tenha sido raptada para ser utilizada como arma no contexto da luta anticolonial. Quando se volta a saber dela, Annie está enamorada do médico pessoal de Fidel Castro, revela uma ardente paixão por Che Guevara, e estabelece uma prolongada relação com o ministro do Interior, José Abrantes, que há-de morrer numa prisão de Havana. Tradutora e intérprete de Fidel, Annie só regressa a Portugal após o 25 de Abril, para ir visitar o pai à prisão de Peniche. Trabalha na 5.a Divisão do MFA durante o Verão Quente de 1975 e morre em Cuba em Julho de 1990, vítima de cancro.Esta reportagem valeu a José Pedro Castanheira e Valdemar Cruz o Grande Prémio Gazeta de 2002, o principal galardão de jornalismo concedido em Portugal. E é esta história intensa, carregada de drama, que agora se publica em livro, onde se incluem novos e surpreendentes pormenores sobre a vida de Annie e uma biografia absolutamente inédita do major Silva Pais, o último director da polícia política da ditadura.Ficha Técnica
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