Nos momentos finais d’ A Idade de Ouro, o primeiro volume da trilogia de John C. Wright, o herói Faetonte escolhe a verdade em detrimento da felicidade e é assim que o encontramos no início de A Fénix Exultante. Outrora poderoso, rico e imortal, Faetonte está agora sem dinheiro, reduzido à condição de mortal e isolado de tudo o que lhe era familiar como castigo por ter desafiado os Exortadores. As ordens são muito claras: ninguém lhe pode dar ajuda, conforto, abrigo, comida ou bebida. Exilado com outros como ele, Faetonte não desiste dos seus intentos e inicia uma demanda através de um sistema solar transformado, entre humanos, máquinas inteligentes e formas de vida bizarras, para recuperar as suas memórias, o seu lugar na sociedade e, acima de tudo, reclamar a sua nave Fénix Exultante, que é também uma forma de impedir que a sociedade que o ostracizou caia na estagnação. Há forças que estão dispostas a ajudá-lo, enquanto outras o querem destruir. Faetonte tem de descobrir rapidamente a identidade do seu inimigo oculto… Apesar dos sofisticados conceitos de ciência e alta tecnologia, A Fénix Exultante é também um romance filosófico onde as questões éticas são intervaladas com emocionantes cenas de acção. Uma narrativa de uma imaginação e elegância grandiosas, A Fénix Exultante cumpre a promessa contida no primeiro volume e confirma John C. Wright como um dos maiores novos talentos dentro do género, tendo já sido comparado em estilo a nomes como Arthur C. Clark e Stephen Baxter. A Grande Transcendência, a publicar pela Presença, concluirá a trilogia.
Sinopse
Nos momentos finais d’ A Idade de Ouro, o primeiro volume da trilogia de John C. Wright, o herói Faetonte escolhe a verdade em detrimento da felicidade e é assim que o encontramos no início de A Fénix Exultante. Outrora poderoso, rico e imortal, Faetonte está agora sem dinheiro, reduzido à condição de mortal e isolado de tudo o que lhe era familiar como castigo por ter desafiado os Exortadores. As ordens são muito claras: ninguém lhe pode dar ajuda, conforto, abrigo, comida ou bebida. Exilado com outros como ele, Faetonte não desiste dos seus intentos e inicia uma demanda através de um sistema solar transformado, entre humanos, máquinas inteligentes e formas de vida bizarras, para recuperar as suas memórias, o seu lugar na sociedade e, acima de tudo, reclamar a sua nave Fénix Exultante, que é também uma forma de impedir que a sociedade que o ostracizou caia na estagnação. Há forças que estão dispostas a ajudá-lo, enquanto outras o querem destruir. Faetonte tem de descobrir rapidamente a identidade do seu inimigo oculto… Apesar dos sofisticados conceitos de ciência e alta tecnologia, A Fénix Exultante é também um romance filosófico onde as questões éticas são intervaladas com emocionantes cenas de acção. Uma narrativa de uma imaginação e elegância grandiosas, A Fénix Exultante cumpre a promessa contida no primeiro volume e confirma John C. Wright como um dos maiores novos talentos dentro do género, tendo já sido comparado em estilo a nomes como Arthur C. Clark e Stephen Baxter. A Grande Transcendência, a publicar pela Presença, concluirá a trilogia.Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)