A Europa do século XXI estender-se-á por trinta países e terá quinhentos milhões de habitantes: duas vezes mais do que os Estados Unidos e a CEI (ex-URSS) e quatro vezes mais do que o Japão. A sua cultura, a sua economia e a sua população devem fazer dela uma força jamais alcançada.Para tal, a União Europeia tem de transformar as suas estruturas e atribuir-se mais vastas ambições.O tratado de Maastricht não passa de um prelúdio. A Comunidade não pode mais limitar-se à sua dimensão económica, devendo transformar-se numa construção audaciosa capaz de abranger a política externa, a segurança militar e a cooperação em matéria judiciária, policial e social. Infelizmente, as instituições europeias são ainda hoje submetidas a numerosos travões. A Comunidade funcionava bem a seis e mediocremente a nove, a doze funciona mal, a dezasseis será ineficaz e, ultrapassado esse número, estará completamente paralisada. Uma só solução existe: mudar as instituições.
Sinopse
A Europa do século XXI estender-se-á por trinta países e terá quinhentos milhões de habitantes: duas vezes mais do que os Estados Unidos e a CEI (ex-URSS) e quatro vezes mais do que o Japão. A sua cultura, a sua economia e a sua população devem fazer dela uma força jamais alcançada.Para tal, a União Europeia tem de transformar as suas estruturas e atribuir-se mais vastas ambições.O tratado de Maastricht não passa de um prelúdio. A Comunidade não pode mais limitar-se à sua dimensão económica, devendo transformar-se numa construção audaciosa capaz de abranger a política externa, a segurança militar e a cooperação em matéria judiciária, policial e social. Infelizmente, as instituições europeias são ainda hoje submetidas a numerosos travões. A Comunidade funcionava bem a seis e mediocremente a nove, a doze funciona mal, a dezasseis será ineficaz e, ultrapassado esse número, estará completamente paralisada. Uma só solução existe: mudar as instituições.Ficha Técnica
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