A ideia nova mais importante que este livro contém é que há muito mais coisas por detrás do progresso político e económico das sociedades avançadas do que aquilo que os nossos economistas, quer de direita, quer de esquerda, já salientaram. Partindo desta constatação fundamental e da sua discordância pessoal da ideia de que a ética protestante seja um dos pilares edificadores do capitalismo (como defendeu Max Weber), Michael Novak pretende neste livro «dar uma ideia de como a ética católica pode circunscrever, corrigir e alargar o espírito do capitalismo». O seu discurso bem argumentado e frontal faz-se acompanhar de perto pelo pensamento social da Igreja de Leão XIII a João Paulo II, numa análise contundente e perspicaz da realidade económica e social do nosso tempo que interessa a todos quantos, católicos ou não, se interessam pelas bases morais das sociedades modernas. Paradoxalmente, em nome da democracia e da liberdade, assiste-se hoje a novas tentativas para definir e conceber as sociedades modernas em ruptura com o Cristianismo e, em nome da laicidade do Estado, percebem-se novos impulsos de imposição do laicismo à ordem espontânea da sociedade civil, voltando-se a assistir a um esforço de eliminação do horizonte espiritual e religioso do homem em nome de um materialismo dogmático a que importa contrapor claramente alternativas credíveis.
Sinopse
A ideia nova mais importante que este livro contém é que há muito mais coisas por detrás do progresso político e económico das sociedades avançadas do que aquilo que os nossos economistas, quer de direita, quer de esquerda, já salientaram. Partindo desta constatação fundamental e da sua discordância pessoal da ideia de que a ética protestante seja um dos pilares edificadores do capitalismo (como defendeu Max Weber), Michael Novak pretende neste livro «dar uma ideia de como a ética católica pode circunscrever, corrigir e alargar o espírito do capitalismo». O seu discurso bem argumentado e frontal faz-se acompanhar de perto pelo pensamento social da Igreja de Leão XIII a João Paulo II, numa análise contundente e perspicaz da realidade económica e social do nosso tempo que interessa a todos quantos, católicos ou não, se interessam pelas bases morais das sociedades modernas. Paradoxalmente, em nome da democracia e da liberdade, assiste-se hoje a novas tentativas para definir e conceber as sociedades modernas em ruptura com o Cristianismo e, em nome da laicidade do Estado, percebem-se novos impulsos de imposição do laicismo à ordem espontânea da sociedade civil, voltando-se a assistir a um esforço de eliminação do horizonte espiritual e religioso do homem em nome de um materialismo dogmático a que importa contrapor claramente alternativas credíveis.
Ficha Técnica
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