A poesia é para ele uma interrogação, uma demanda incessante do que não é visível, a partir da atenta escuta do mundo, dos que não têm voz: “Não é um ofício, um trabalho. É uma atenção”, diz. E é sempre, nesse sentido, uma estrada que nunca foi percorrida, um atalho, depois do asfalto, um bosque essencial.» (Maria Leonor Nunes, «Jornal de Letras», 16 de Março de 2005).
Sinopse
A poesia é para ele uma interrogação, uma demanda incessante do que não é visível, a partir da atenta escuta do mundo, dos que não têm voz: “Não é um ofício, um trabalho. É uma atenção”, diz. E é sempre, nesse sentido, uma estrada que nunca foi percorrida, um atalho, depois do asfalto, um bosque essencial.» (Maria Leonor Nunes, «Jornal de Letras», 16 de Março de 2005).Ficha Técnica
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