Tomando as Olimpíadas de Pequim 2008 como ponto de partida, a autora recorre a Análise do Discurso de linha francesa e estabelece diálogos com os princípios teóricos dos Estudos Culturais para lançar luzes sobre a representação identitária da China, emergida dos excertos de dois órgãos midiáticos: os jornais Folha de S. Paulo e Folha da Região. A metodologia utilizada é a arqueogenealogia formulada por Michel Foucault, que busca, no arquivo, as condições de possibilidade de emergência do discurso e as regras de funcionamento do poder/saber.
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